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Voltar à rotina mais fortes: FPAD apoia doentes a reorganizar a sua vida no contexto da pandemia por COVID-19


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A Federação Portuguesa das Associações de Pessoas com Diabetes (FPAD), com o apoio da farmacêutica Novo Nordisk, realiza no próximo dia 5 de maio pelas 19h a sessão de esclarecimento online “Diabetes e COVID-19: voltar à rotina mais fortes” dirigida a pessoas com Diabetes, cuidadores e familiares.

Emiliana Querido, Presidente da FPAD, explica que “sentimos necessidade de desenvolver esta sessão de esclarecimento online para dar resposta efetiva às questões reais que as pessoas com Diabetes e os seus familiares e cuidadores sentem nesta fase que estamos a ultrapassar devido à pandemia por COVID-19, seja no enquadramento clínico, como laboral, legal, social e psicológico. Queremos ajudar as pessoas com Diabetes a lidar e reorganizar a sua vida, neste momento e no “novo normal” que ainda está por vir, da melhor forma possível”.

A sessão, aberta a todas as pessoas com diabetes e seus familiares, conta com a presença de representantes da FPAD e profissionais multidisciplinares que pretendem dar resposta às questões mais prementes que as pessoas com diabetes possam ter na reorganização da sua vida no contexto atual da pandemia por COVID-19.

O painel de oradores é composto por Helena Cardoso, médica Endocrinologista, com uma intervenção sobre o que ainda é necessário saber sobre o COVID-19 e a Diabetes para que os doentes se mantenham seguros e saibam gerir e controlar a doença nesta fase, a especialista abordará ainda as aprendizagens desta fase que podem ser aplicadas num futuro breve. A Médica de Família, Zita Lopes, fará uma abordagem ao papel da Medicina Geral e Familiar na Diabetes durante a pandemia, na avaliação e orientação da situação clínica, social e psicológica.

A sessão é, ainda, enriquecida com um olhar sobre a diabetes no contexto atual na perspetiva laboral, legal e social pela Advogada Maria Pinhal e com a intervenção da Psicóloga Soraia Monteiro, que fará uma abordagem sobre o impacto psicológico da pandemia e dará dicas sobre a melhor forma de cuidar da saúde mental e emocional e gerir a frustração do isolamento social.

A sessão termina com um momento aberto a todos os oradores de resposta às questões colocadas por doentes com diabetes e seus cuidadores ao longo do webinar.

O webinar “Diabetes e COVID-19: voltar à rotina mais fortes” decorrerá em simultâneo na página de Facebook da FPAD ou através do link https://diabetesecovid19webinar.com/

Sobre a FPAD – Federação Portuguesa das Associações de Pessoas com Diabetes

A Federação Portuguesa das Associações de Pessoas com Diabetes assume a responsabilidade e o compromisso de defender os direitos e interesses das pessoas com diabetes através do apoio às Associações Filiadas e de toda a Comunidade de Pessoas com Diabetes.

Criada no ano 2000, está desde 2017 sob uma nova direção e conta com quinze associações de pessoas com diabetes como membros, de várias zonas do país incluindo as regiões autónomas.

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Especialistas defendem soneca, mas sem exagerar

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Foto de EKATERINA BOLOVTSOVA por pexels.

Toda noite é recomendado dormir entre 7 e 8 horas,  no mínimo. Se dormimos menos, é fácil sentir os efeitos no dia seguinte: cansaço, irritabilidade, mau humor, dificuldade de concentração e o aumento da fome. Mas para recuperar o sono perdido, uma soneca da tarde pode ser útil? A soneca “também pode ser eficaz, principalmente à tarde. É bom, no entanto, que não seja um hábito, mas que nos seja dado em momentos de necessidade”.

A neurologista Carmen Lopes Alves, recomenda que para ser realmente refrescante, a soneca deve durar de meia hora a no máximo uma hora, para alcançar a fase Rem e, assim, permitir a recuperação de energias.

É necessário distinguir entre aqueles que estão em dívidas temporárias do sono, porque talvez eles tenham passado uma noite acordados ou dormido pouco ou mal e aqueles que experimentam uma privação de energia – sono crónico – sublinha a especialista.

Nesse sentido, um estudo do Boston Medical Center, comparou alguns indivíduos que estavam acordados por 24 horas seguidas com outros que dormiam cerca de cinco horas por noite durante três semanas e, portanto, pouco. Aqueles que estavam acordados por 24 horas recuperaram-se com um sono de dez horas; no restante, a recuperação foi muito mais difícil. “Daqui resulta que quanto mais crónica a dívida do sono, mais difícil é a recuperação.

“O descanso noturno – acrescenta Alves – deve durar de 7 a 8 horas. Dormir menos, mas também dormir mais, tem efeitos negativos no bem-estar e na saúde”, sublinha. Não só isso: descansar bem ajuda a memória, concentração e atenção. Também reduz o colesterol e o risco de doenças cerebrovasculares, de fato, a leptina segue o ritmo circadiano, aumenta durante a noite, dando uma sensação de saciedade e evita a ocorrência de ataques noturnos de fome.

É por isso que dormir bem contrasta a diabetes, enquanto dorme pouco, lembre-se aumenta a hormona do stress, o colesterol e os açúcares e facilita o desenvolvimento da resistência à insulina.

E o ‘sono de beleza’? Dormir o suficiente à noite também é bom para a pele: a hormona cortisol torna-a mais elástica, atuando sobre o colagénio e a elastina.

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Menopausa aumenta o risco de doença cardiovascular

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Foto de Ron Lach por pexels

Foi descoberta uma correlação entre menopausa e risco de doença cardiovascular: a chegada precoce comparada à menopausa média aumentaria o risco. A menopausa afeta o coração.

Experimentá-la antes dos 50 anos pode de fato aumentar o risco de desenvolver doenças cardiovasculares. Um estudo sugere isso, publicado em ‘Lancet: Public Health’.

Os pesquisadores descobriram que as mulheres que atingiram a menopausa dos 40 a 44 anos também tinham 40% mais chances de ter um problema cardiovascular não fatal – angina, ataque cardíaco ou derrame – antes dos 60 anos, em comparação com aquelas que atingiram a menopausa aos 50 ou 51 anos.

Entrar na menopausa entre 45 e 49 anos corresponde a um aumento de 17% no risco. Os resultados são baseados numa análise de dados de 15 estudos, que envolveram 301.438 mulheres dos Estados Unidos, Reino Unido, Austrália, Japão e Escandinávia. A menopausa é uma parte normal do envelhecimento e, em média, ocorre aos 51 anos de idade.

O estudo não estabeleceu por que os problemas cardiovasculares eram mais prevalentes entre as mulheres que entraram nesta fase da vida antes dos 50 anos, mas os pesquisadores relatam que a queda nos níveis de estrogénio que acompanha a menopausa pode desempenhar um papel.

Então, como proteger o coração durante a menopausa? Especialistas sugerem que as mulheres nesta fase da vida concentrem-se no que pode ser controlado, como fatores de risco cardiovasculares bem conhecidos.

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