SIGA-NOS NAS NOSSAS REDES SOCIAIS

Saúde e Bem-Estar

O stress pode causar febre?

A febre baixa pode aparecer devido ao stress. O que é febre psicogénica e como combatê-la?


Publicado

-

Foto de Polina Tankilevitch no Pexels

O Dr. Takakazu Oka, graduado pela Kyushu Medical University, é especializado em medicina psicossomática e trata pacientes com febre psicogénica/febre emocional.

No seu artigo de revisão “Febre Psicogénica: Os efeitos do stress mental na temperatura corporal na População Clínica”, publicado na revista Temperature, o Dr. Oka apresenta as suas últimas pesquisas e experiência clínica sobre a doença.

Febre baixa – causas

A febre baixa é uma temperatura corporal entre 36,7 e 38 graus Celsius. Pode aparecer como resultado de uma infecção viral ou bacteriana, uma constipação, uma doença crónica, uma infecção parasitária e até stress.

A febre baixa não deve ser suprimida. Isso significa que o corpo está ativando as células do sistema imunológico e lutando contra a infecção.

Somente quando a temperatura do corpo exceder 38 graus Celsius e se transformar em febre, deve procurar medicamentos antipiréticos ou  formas naturais de reduzir a febre.

Febre baixa em uma criança

Vale a pena escrever algumas palavras sobre uma febre baixa em uma criança. A termorregulação corporal é diferente em crianças pequenas do que em adultos.

Isso torna mais fácil para elas superaquecer, e um aumento na temperatura corporal pode ocorrer mesmo quando a criança está vestida muito grossa ou muito enrolada para dormir.

A temperatura corporal de crianças pequenas pode ser ligeiramente superior à dos adultos. A febre baixa ocorre quando a temperatura excede 37,1 graus Celsius. Não deve ser reduzido a 38 graus Celsius – a menos que a criança reaja mal à febre ou tenha tendência a um rápido aumento da temperatura.

Os pais devem estar atentos e reagir quando a temperatura começar a subir rapidamente. Se for o caso, pode ser melhor e mais seguro administrar um antipirético mais cedo para baixar a temperatura.

No entanto, se a criança não apresentar sintomas da doença, comer de bom grado, não estiver chorosa ou agitada, a temperatura não deve ser reduzida. Só vale a pena garantir que a criança não superaqueça, não o enrole com muita força e não o cubra com um edredom grosso.

Febre baixa numa criança

Em crianças mais velhas, a febre baixa pode ser uma reação à dentição, infecções virais ou fúngicas. Também pode ocorrer após a vacinação.

Como no caso de lactentes, a criança deve ser monitorada e a criança deve ser monitorada quanto a sintomas adicionais de infecção, como erupção cutânea, vómito, coriza ou  tosse, além da febre baixa. Em caso de dúvidas, sempre vá ao pediatra com a criança.

Febre baixa – quando o tratamento é necessário?

Um leve aumento de temperatura permite que o corpo combata uma infecção ou vírus. Isso não deve ser combatido, para que o sistema imunológico não enfraqueça.

No entanto, se a temperatura do corpo não cair, mas aumentar, vale a pena recorrer a medicamentos antipiréticos, como ibuprofeno ou paracetamol.

O que deve ser preocupante é uma febre crónica de baixo grau. Pode significar vários processos de doença no corpo, bem como doenças graves, por exemplo, cancro. A febre baixa crónica requer consulta urgente com um médico e exames laboratoriais básicos.

Febre do stress

“Embora essa condição seja conhecida na literatura, apenas alguns médicos no mundo a estudam e tratam pacientes com febre psicogénica”, diz o professor Andrej Romanovsky, do St. Joseph está no Arizona.

Segundo o Dr. Oka, ainda não foram realizados estudos epidemiológicos sobre a febre psicogénica. Portanto, o número de pacientes afetados é desconhecido. No entanto, o Dr. Oka diz que a condição é relativamente comum – com base em relatos de casos disponíveis e na sua própria prática clínica.

Ele atendeu um grande número de pacientes, especialmente entre estudantes japoneses devido ao stress acadêmico. O Dr. Oka explica que, como muitos médicos não entendem completamente como o stress pode afetar a temperatura corporal, os pacientes com febre psicogénica são diagnosticados com uma causa desconhecida devido aos sintomas de incapacidade.

O que acontece no corpo sob stress?

Como resultado do stress, o corpo libera grandes doses de cortisol, adrenalina e tiroxina, as hormonas que são liberados em situações extremas ou difíceis. Essa liberação das hormonas do stress pode levar à dilatação das pupilas, respiração mais rápida e batimentos cardíacos acelerados. Perdemos o nosso equilíbrio mental, ficamos nervosos e febris.

A adrenalina deve fazer o corpo reagir mais fortemente aos estímulos, aguçar os nossos sentidos e aumentar a velocidade de reação do corpo.

No entanto, se o stress for crónico e não pontual, pode levar à deterioração da saúde e desencadear muitos processos de doença. O stress crónico leva a problemas de sono, distúrbios de ansiedade, neurose e depressão. Também pode desencadear várias doenças autoimunes.

O que são as hormonas do stress?

As hormonas do stress são secretadas pelas glândulas supra-renais em uma situação que desencadeia o stress. Estes incluem adrenalina e norepinefrina, bem como cortisol.

A sua presença ajuda a proteger o corpo dos efeitos do stress e a mobilizá-lo para a luta. No entanto, se a situação stressante durar muito tempo, as hormonas do stress podem enfraquecer os sistemas nervoso, cardiovascular e imunológico.

Quanto tempo o corpo fica mobilizado?

Em uma situação stressante, o corpo se mobiliza para lutar. Inicialmente, o stress faz com que todos os músculos fiquem tensos, o coração acelera e os sentidos se aguçam. No entanto, esse estado de coisas não deve durar muito, pois pode enfraquecer o corpo.

O stress de longo prazo pode até levar a distúrbios neurológicos, o que mostra o quão prejudicial é o seu efeito no corpo. O stress também é uma das causas das doenças cardiovasculares.

A resposta do corpo ao stress é a seguinte:

  • respiração rápida
  • palpitações
  • apertando as mãos
  • voz trémula
  • dilatação da pupila
  • sensação de um nó na garganta
  • aumento da temperatura

Algumas pessoas só terão uma temperatura alta, o que significa febre baixa. Outros podem até desenvolver febre psicogénica, desencadeada por emoções fortes.

O stress é o nosso inimigo?

No entanto, não se pode dizer que o stress é o inimigo do corpo. O stress crónico pode realmente enfraquecer o corpo e causar várias doenças.

No entanto, explosões pontuais de adrenalina e cortisol fazem o corpo se mobilizar para combater o fator de stress numa situação stressante. Pode nos ajudar a passar por um exame, um dia difícil no trabalho ou nos motivar a agir em uma situação stressante.

No entanto, vale lembrar que o stress excessivo tem o efeito contrário e enfraquece o corpo de forma significativa. Afeta especialmente o funcionamento do sistema nervoso, a deterioração da condição mental e o humor deprimido. Como resultado do stress, podem ocorrer problemas de descanso noturno, insónia, transtornos de ansiedade e neurose.

Temperatura aumentada por stress?

A secreção excessiva de cortisol e adrenalina pode estimular o sistema imunológico a lutar e levar a uma temperatura elevada. A febre baixa ocorre não apenas como resultado de uma infecção ou uma constipação, mas também de uma tensão nervosa ou emocional excessiva.

O aumento da temperatura corporal pode ocorrer como resultado de uma situação stressante, especialmente como resultado de uma tensão grave no corpo, por exemplo, informações sobre uma doença de um familiar próximo.

Mas o stress não é o único fator que pode aumentar a temperatura do corpo. Também pode ocorrer como resultado de excesso de trabalho ou esforço físico excessivo que esgotou os recursos energéticos do corpo.

Febre psicogénica

Falamos de febre psicogénica quando não vem acompanhada de nenhum outro sintoma. Se não houver sintomas de infecção (tosse, coriza, dores musculares ou mal-estar), mas houver muito stress nas nossas vidas ultimamente, o corpo pode reagir de diferentes maneiras. Podem ocorrer distúrbios nervosos, insónia, humor deprimido.

Algumas pessoas podem desenvolver uma febre chamada psicogénica. A temperatura do corpo torna-se então superior a 38 graus Celsius.

A razão para isso é a secreção excessiva das hormonas do stress que mobilizam o corpo para lutar. Este não é um sintoma típico, mas acontece com bastante frequência em pessoas mentalmente frágeis. Esta é a resposta defensiva do corpo e ajuda o corpo a combater o stress.

Febre baixa e stress crónico

O stress crónico é muito perigoso e pode causar muitas doenças. É importante perceber que o stress crónico enfraquece o corpo e o sistema imunológico, tornando-nos mais vulneráveis ​​a vírus e bactérias.

Problemas de sono, que geralmente surgem em situações stressantes, dificultam a regeneração do corpo e sobrecarregam ainda mais o coração e a imunidade. Como resultado, existem outras doenças que significam claramente que o corpo está lutando com stressores.

O que deve prestar atenção é a febre crónica de baixo grau, que pode ocorrer sob stress severo. Se esta condição persistir por muito tempo, deve consultar um médico com urgência. Qualquer enfraquecimento do corpo (e uma febre baixa é o que isso significa) deve ser cuidadosamente investigado. Uma febre baixa é o motivo para visitar o seu médico de família.

Tratamento da febre psicogénica

Atualmente, existem várias opções de tratamento disponíveis, mas geralmente são semelhantes ao tratamento de outras doenças relacionadas ao stress e não são específicas da febre psicogénica. No entanto, o Dr. Oka está confiante de que haverá um avanço no tratamento no futuro próximo, à medida que mais pesquisas forem realizadas.

Em vez de usar o termo tradicional “febre psicogénica”, Dr. Oka sugere chamar essa condição de “hipertermia funcional”. O uso da palavra “funcional” impediria que esses pacientes fossem estigmatizados e, em um ambiente clínico, combina uma patologia relacionada ao stress e um funcionamento prejudicado do sistema nervoso autónomo, importante no tratamento dessa condição.

Maternidade

Maternidade após os 40 anos: benefícios, desafios e cuidados essenciais para uma gravidez saudável

Publicado

-

A maternidade depois dos 40 anos deixou de ser uma excepção para se tornar uma escolha cada vez mais comum entre as mulheres em todo o mundo. Seja por motivos profissionais, pessoais ou simplesmente por um novo casamento, o adiamento da gravidez já não é visto com o mesmo espanto de décadas atrás.

Com os avanços da medicina reprodutiva e os cuidados de saúde pré-natal cada vez mais especializados, é possível viver esta etapa com segurança, desde que haja acompanhamento adequado. Neste artigo, analisamos os principais benefícios e desafios de engravidar após os 40 anos, com base em estudos científicos recentes. Apresentamos ainda sugestões de suplementos e exames recomendados — lembrando sempre que cada mulher deve consultar o seu médico para uma avaliação individualizada.

Vantagens da maternidade tardia

Engravidar depois dos 40 pode oferecer vantagens que vão muito além do biológico.

1. Maior maturidade emocional e estabilidade financeira

As mulheres que optam por ser mães mais tarde costumam ter maior equilíbrio emocional, experiência de vida e estabilidade financeira — factores que contribuem para um ambiente familiar mais estruturado e seguro.

2. Decisão consciente e planeada

Muitas destas gestações resultam de decisões ponderadas, feitas com tempo e responsabilidade. Esta maturidade favorece o cumprimento rigoroso do pré-natal e uma dedicação mais intensa à maternidade.

3. Potencial impacto na saúde cerebral

Um estudo da University of Southern California (2016), publicado no Journal of the American Geriatrics Society, sugere que mulheres que engravidam após os 40 podem apresentar melhor desempenho cognitivo em idades mais avançadas, o que indica possíveis benefícios neurológicos associados à maternidade tardia.

Desafios e riscos associados à gravidez depois dos 40

Apesar das vantagens emocionais e sociais, a gravidez após os 40 anos apresenta riscos que não devem ser desvalorizados.

1. Redução da fertilidade

Com o passar dos anos, a reserva ovárica diminui e os óvulos disponíveis também envelhecem, tornando a concepção mais difícil. É comum a necessidade de recorrer a tratamentos de fertilidade ou doação de óvulos.

2. Maior risco de alterações genéticas

Estudos apontam um aumento do risco de anomalias cromossómicas, como a trissomia 21 (síndrome de Down), sobretudo a partir dos 42 anos. Por isso, é fundamental incluir exames genéticos no pré-natal.

3. Complicações gestacionais mais frequentes

A gravidez tardia está associada a maiores taxas de hipertensão, diabetes gestacional, pré-eclâmpsia e descolamento da placenta. Além disso, aumenta a probabilidade de parto prematuro ou cesariana.

4. Risco cardiovascular

O envelhecimento natural do sistema cardiovascular pode dificultar a adaptação às exigências da gravidez, sendo essencial avaliar o coração antes e durante a gestação.

Exames recomendados para mulheres com mais de 40 anos

O acompanhamento médico personalizado é essencial para reduzir os riscos. Entre os exames habitualmente recomendados estão:
• Avaliação hormonal (AMH, FSH e LH): Indicadores da reserva ovárica e da viabilidade da ovulação.
• Ecografia transvaginal: Avalia o útero, endométrio e contagem dos folículos antrais.
• Histerossalpingografia: Verifica a permeabilidade das trompas de Falópio.
• Teste NIPT (Non-Invasive Prenatal Test): Detecta alterações genéticas fetais através do sangue materno.
• Avaliação da tensão arterial, glicemia e função renal: Monitoriza factores de risco cardiovascular.
• Ecocardiograma (em alguns casos): Para mulheres com histórico de doenças cardíacas.

Nota importante: A indicação destes exames depende da avaliação médica individual. Nunca substitua a orientação do seu ginecologista ou obstetra.

Suplementos importantes para a gravidez após os 40

A alimentação equilibrada é essencial em qualquer idade, mas em casos de gravidez tardia, os suplementos podem ter um papel ainda mais relevante.

1. Ácido fólico (vitamina B9)

Ajuda a prevenir malformações do tubo neural e deve ser iniciado pelo menos 1 mês antes da concepção. A dose habitual é de 400 a 600 mcg/dia, podendo ser ajustada pelo médico.

2. Vitamina D3

Auxilia na absorção de cálcio, fortalece o sistema imunitário e contribui para o desenvolvimento ósseo do bebé. É comum a necessidade de suplementação, sobretudo em mulheres com pouca exposição solar.

3. Ómega-3 (DHA)

Fundamental para o desenvolvimento cerebral e visual do feto. O suplemento deve ser de origem segura e purificada.

4. Colina

Nutriente essencial na formação do sistema nervoso central do bebé. Muitos suplementos para grávidas não contêm colina, pelo que poderá ser necessário adicionar à rotina.

5. Ferro e iodo

Importantes para o transporte de oxigénio e para a saúde da tiroide, respectivamente. A dosagem deve ser definida após exames laboratoriais.

Recomendação: Nunca inicie suplementos por conta própria. Uma consulta médica é indispensável para avaliar carências específicas, ajustar dosagens e evitar interacções medicamentosas.

Cuidados adicionais durante a gravidez tardia

Além dos exames e suplementos, há hábitos e medidas que ajudam a garantir uma gestação segura e tranquila:
• Consultas regulares com obstetra de alto risco
• Controlo rigoroso da pressão arterial e da glicemia
• Prática de actividade física moderada e segura (como caminhadas ou pilates para grávidas)
• Hidratação adequada e alimentação anti-inflamatória
• Evitar tabaco, álcool e exposição a substâncias químicas
• Apoio psicológico ou grupos de partilha para lidar com o stress ou ansiedade gestacional

O impacto psicológico e social da maternidade depois dos 40

A decisão de ser mãe numa fase mais madura também pode provocar questões emocionais:
• Pressão externa: Comentários sobre a “idade ideal” ou estigmas sociais ainda são comuns.
• Inseguranças naturais: Algumas mulheres preocupam-se com a energia necessária para cuidar de um bebé ou com o envelhecimento ao lado da criança.
• Relação com a carreira: Conciliar maternidade com responsabilidades profissionais pode exigir ajustes.

Por outro lado, muitas mães relatam uma vivência da gravidez e da maternidade mais consciente, gratificante e serena nesta fase da vida.

Conclusão

A maternidade depois dos 40 anos não é uma missão impossível — pelo contrário, pode ser uma experiência plena e segura, desde que acompanhada de forma adequada. As tecnologias da medicina reprodutiva, aliadas a hábitos saudáveis e a um planeamento responsável, permitem às mulheres viver esta fase com mais tranquilidade e saúde.

Cada caso é único. Por isso, a orientação médica é indispensável — desde o planeamento até ao pós-parto. Seja através da consulta com um ginecologista, obstetra ou especialista em fertilidade, o mais importante é tomar decisões informadas e conscientes.

Ler Mais

Bebés e Crianças

Importância do Desenvolvimento da Criatividade na Infância

Publicado

-

Por

A criatividade é a capacidade de ter diferentes tipos de soluções para um problema, como a capacidade de pensar em ideias novas e inovadoras que servem para mudar o curso de como as coisas são feitas. Todos nós nascemos com este presente, mas é na infância que se descobre que a terra mais fértil é cultivada.

A criatividade é incorporada em uma ideia original que pode ter diferentes formas e pode ser aplicada a diferentes áreas da vida de um indivíduo. Hoje tem um grande valor para a nossa sociedade, por isso é importante promover o seu desenvolvimento desde cedo na criança.

Constitui um estímulo valioso para a inteligência, porque, dentro de um processo criativo, o indivíduo deve analisar, associar, relacionar objetos, elementos e situações, e nele existem múltiplas conexões sensoriais que tornam o nosso cérebro mais apto a enfrentar os desafios que mais tarde terá que enfrentar.

Desenvolvimento cerebral

O desenvolvimento da criatividade tem a ver com o desenvolvimento do próprio cérebro e com as múltiplas conexões formadas nos primeiros anos de vida. Estas conexões dependem em parte da genética e em parte das experiências que a criança tem nos primeiros anos de vida.

O cérebro é um órgão maleável, suscetível a manipulações que permitem alterar a sua configuração e aumentar a sua capacidade de resposta em qualquer idade. No entanto, é na infância que o cérebro tem maior capacidade de desenvolvimento, por isso será a idade perfeita para estimulá-lo.

O desenvolvimento da criatividade na infância

A infância é a idade ideal para o desenvolvimento da criatividade, porque a criança é muito mais receptiva a estímulos e possui uma grande capacidade de imaginação que ainda não é limitada pelo conhecimento ou racionalidade imposta pela sociedade.

A criança é, por natureza, um ser criativo, embora esta criatividade tenha poucas manifestações se não se desenvolver num clima adequado, com condições favoráveis ​​à criação.

Como aumentar a criatividade da criança?

A educação deve estar ao serviço da criatividade muito mais cedo do que o conhecimento, razão pela qual estratégias para o seu desenvolvimento devem ser aplicadas e um ambiente livre deve ser promovido, onde a criança possa aprender a ser mais aberta, mais flexível, mais imaginativa e, assim, o poder de criar ideias inovadoras.

O jogo

Brincar com os nossos filhos e/ou alunos pode ajudar muito quando se trata de aumentar a criatividade, promover o uso da imaginação e não limitá-lo pelo que acreditamos ser certo.

As artes

Desenho e música são excelentes atividades para o desenvolvimento da sensibilidade e como resultado da própria criatividade.

Liberdade de Expressão

A criatividade manifesta-se através da comunicação: não devemos criticar as ideias das crianças, nem os seus pontos de vista; pelo contrário, devemos incentivá-las a ter as suas próprias ideias sobre as coisas para  compartilhá-las.

Se queremos que os nossos filhos e alunos sejam adultos capazes de enfrentar situações e responder a elas efetivamente; e se queremos que eles tenham ideias originais que mudam o mundo, precisamos começar a cultivar a semente da criatividade o mais rápido possível.

Ler Mais

DESTAQUES