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Porque os Casamentos Têm Durado Cada Vez Menos?


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Porque será que os casamentos têm durado cada vez menos enquanto que os de antigamente duravam anos e mais anos? O ato de relacionar-se com outra pessoa não é tão fácil quanto gostaríamos que fosse. Desentendimentos, opiniões divergentes, traições, imaturidade, ciúmes e egoísmo são alguns dos fatores que causam o fim da relação.

Fatores que fazem os casamentos durarem cada vez menos

Um dos fatores mais importantes para que isso aconteça é o egoísmo. Ou seja, quando a união acontece, mas ambas ou apenas uma das partes só pensa no seu bem estar. É claro que é preciso manter a individualidade, mas isso não quer dizer que a falta de companheirismo é sinônimo disso.

Se você pensa apenas em você então por que decide dividir sua vida com outra pessoa?

Quantos e quantos casais chegam ao término do casamento por que na fase de namoro não tiveram um diálogo para se conhecer melhor? Essa é justamente a fase que o casal deve se conhecer para ter certeza que aquela pessoa é a certa. Mas raramente isso acontece.

Outro fator que contribui para o fim da relação é a mentira. Quantas pessoas encontram-se casadas atualmente, mas mente descaradamente para seu par? Quando uma mentira é descoberta, por insignificante que ela seja, acaba gerando a falta de confiança e com isso começam os atritos.

O pior é que muita gente mente compulsivamente e confiar nessa pessoa se torna cada vez mais impossível.

Há ainda a TV que faz com que uma ou ambas as partes não dê atenção ao companheiro. A consequência disso? Distanciamento que acaba facilitando o surgimento de outras pessoas entre o casal. Por isso que é apontado como uma das causas dos casamentos estarem durando cada vez menos.

Resumindo

É um fato que os casamentos estão durando cada vez menos. O objetivo de unir-se a outra pessoa é ter um companheiro para todos os momentos ao seu lado. No entanto, alguns fatores contribuem para que isso não aconteça e consequentemente a relação chegue ao fim.

O que você acha sobre isso? Deixe seu comentário e compartilhe nossa página.

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As mudanças químicas que o amor produz no nosso corpo

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O amor é geralmente visto como algo irracional, mas, na verdade, é uma reação biológica que nada tem a ver com a visão romântica que temos dele. Depois do dia dos namorados, uma boa pergunta é o que a ciência diz sobre o amor? E a resposta está bastante ligada ao cérebro e a uma série de mudanças químicas que ocorrem nele.

O amor que uma mãe sente pelo bebé permite que ela sobreviva e, na idade adulta, o amor favorece a espécie a continuar a reproduzir-se. Mas, acima de tudo, o querer estar na companhia de outras pessoas, pois, como sabe, o ser humano é um ser social, de acordo com um artigo intitulado Neurobiologia do amor e reproduzido.

Quando nos apaixonamos, uma série de alterações químicas começam a ocorrer no nosso cérebro, aumentando os níveis de dopamina e noradrenalina e diminuindo os níveis de serotonina. Isso causa uma onda de emoções.

Dopamina: causa euforia e aumento de energia.

Noradrenalina: causa insónia, perda de apetite e ansiedade.

Serotonina: quando os níveis são baixos, causa pensamentos obsessivos e uma necessidade urgente de estar com a pessoa amada.

Todas essas mudanças químicas ocorrem durante o estágio do amor, elas mudam quando passamos um tempo como casal e, então, outro tipo de amor começa. Alguns especialistas chamam a isso de amor maduro, outros simplesmente o estágio de apego.

Nesse ponto do relacionamento, serão a ocitocina e a vasopressina – hormonas que terão maior destaque. O primeiro estabiliza os relacionamentos amorosos e nos faz ter a necessidade de buscar o apoio do companheiro, enquanto o segundo é liberado após um orgasmo, o que favorece o relacionamento íntimo com a pessoa e fortalece o apego.

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Anorexia sexual: causas e sintomas

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O interesse pela atividade sexual pode parecer natural, mas, na realidade, existem pessoas sem interessantes ou indiferentes. Nesse caso, falamos de “anorexia sexual”, uma forma mais ou menos completa de recusa por trás da qual as causas podem ser diferentes.

Apesar disso, a versão mais recente do ‘Manual Diagnóstico e Estatístico’ da Associação Americana de Psiquiatria (considerada uma bíblia para especialistas na área) não menciona o termo “anorexia sexual” ou mesmo o termo “transtorno de aversão sexual”.

Tudo foi motivado por pesquisas insuficientes para sustentar a sua existência. Na realidade, uma pesquisa rigorosa foi realizada com cerca de 4.000 pessoas, especialmente mulheres, o que demonstrou a existência desses tipos de problemas. Nos EUA, por exemplo, 43% das mulheres entrevistadas disseram se reconhecer em uma situação de baixo desejo e 22% relataram formas de stress pessoal relacionadas ao sexo.

Causas

  • falta de autoestima
  • presença de relacionamentos conflitantes no casal
  • ter sofrido violência sexual no passado que deixou uma marca psicológica indelével
  • educação restritiva e geradora de ansiedade que atribuiu a imagem do sexo a uma atividade potencialmente perigosa

Sintomas

  • falta de interesse em atividades sexuais
  • falta de fantasias eróticas
  • resposta fria e distante aos avanços sexuais do parceiro
  • pouca ou nenhuma satisfação sexual ao ceder a um relacionamento de qualquer maneira

A condição da anorexia sexual pode ser superada com a ajuda de um terapeuta especialista em técnicas de comportamento cognitivo e com a exposição progressiva aos estímulos temidos.

Nesse caso, o objetivo do tratamento não está ligado a problemas estritamente sexuais, mas ajuda a lidar com tudo o que pode estar a montante, antes de tudo o medo de relacionamentos interpessoais que são necessários para levar uma vida satisfatória.

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