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Saúde e Bem-Estar

Ataque de refluxo – sintomas e tratamento

A doença do refluxo gastroesofágico (DRGE) causa sintomas muito incómodos que podem interferir no funcionamento normal. O refluxo gastroesofágico é uma consequência comum de fumar e beber álcool, e o primeiro surto de refluxo pode ser confundido com sintomas de um ataque cardíaco. Quais são os sintomas e causas do refluxo? Quem está em risco de doença do refluxo gastroesofágico? Nós explicamos.


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Foto de Olha Ruskykh por pexels.

Devido à frequência de ocorrência e à relação com a dieta e estilo de vida utilizados, a doença do refluxo gastroesofágico é classificada como uma doença da civilização. É mais comumente diagnosticado na América do Norte; raramente, a doença do refluxo gastroesofágico é diagnosticada na Ásia.

Os sintomas da doença do refluxo gastroesofágico se assemelham aos de um ataque cardíaco. O primeiro surto de refluxo pode alimentar o medo porque a dor em queimação no peito e a sensação de queimação associada a ela estão localizadas na região retroesternal.

Dor no peito e sensação de queimação no esôfago não são os únicos sintomas da doença do refluxo gastroesofágico. Que condições podem indicar refluxo? A doença do refluxo gastroesofágico é uma ameaça à nossa saúde? Saiba mais sobre o refluxo, que pode se desenvolver em qualquer fase da sua vida.

Doença do refluxo gastroesofágico – o que deve saber?

A doença do refluxo faz com que o conteúdo gástrico flua de volta para o esófago, resultando em doenças desagradáveis.

Quando o ácido gástrico entra no esófago, que contém enzimas digestivas, causa aumento da irritação da mucosa, levando a erosões e lesões hemorrágicas.

Os pacientes muitas vezes experimentam uma sensação do conteúdo gástrico retornando ao esófago, por exemplo, ao deitar e também ao se curvar.

Em alguns casos, uma sensação dolorosa de queimação não aparece até que a doença esteja avançada, o que atrasa significativamente o início do tratamento.

O desenvolvimento da doença do refluxo pode ser causado, por exemplo, pelo uso de uma dieta inadequadamente composta, stress crónico e uso frequente de estimulantes. A doença do refluxo é muitas vezes o resultado de fumar e beber álcool.

Doença do refluxo gastroesofágico – uma doença com quadro clínico variado

A doença do refluxo afeta uma porcentagem crescente da população global. Caracteriza-se por um quadro clínico variado e muitas vezes causa dificuldades diagnósticas.

O refluxo gastroesofágico é uma doença crónica do trato gastrointestinal que se desenvolve como resultado de vários fatores, causando doenças muito incómodas.

Estima-se que mesmo em metade dos pacientes a doença do refluxo gastroesofágico possa ser assintomática ou levemente sintomática por muito tempo, mas está sempre associada a danos progressivos à mucosa gastrointestinal.

Os sintomas da doença do refluxo podem ser inespecíficos, por isso os pacientes não se reportam ao gastroenterologista no momento certo. Um dos sintomas menos específicos do refluxo é, por exemplo, dor de garganta, tosse seca e chiado no peito – esses sintomas são típicos de muitas infecções respiratórias.

A doença do refluxo aumenta o risco de cancro de esófago. O refluxo não tratado também leva a outras complicações, como esofagite, além de sangramentos decorrentes de danos progressivos à mucosa gastrointestinal.

Em alguns pacientes, a doença do refluxo gastroesofágico causa sintomas não específicos, que incluem e tosse crónica, danos ao esmalte dos dentes, dor de garganta, inflamação dos seios paranasais, além de pneumonia de refluxo e laringite.

A doença do refluxo pode se desenvolver em qualquer idade. O sintoma mais frequentemente associado à DRGE é uma sensação dolorosa de queimação no trato digestivo, ou seja, azia, mas a doença do refluxo gastroesofágico também pode causar muitas outras doenças.

Um ataque de refluxo inicialmente ajuda a parar de tomar antiácidos de venda livre e remédios caseiros para azia, como amêndoas, mas estes são apenas uma solução rápida, pois o refluxo não tratado causa danos progressivos no esófago e outras complicações, como esofagite crónica.

A dor ardente no peito é um sintoma característico que indica um ataque de refluxo, mas essa doença também pode indicar uma séria ameaça à saúde e à vida, que é um infarto do miocárdio.

Por esta razão, não se deve presumir que os sintomas experimentados, por exemplo, dor no peito, estejam relacionados ao refluxo, mesmo que tenhamos sido diagnosticados com DRGE.

O aumento da dor no peito durante a atividade, o ardor na zona do esterno, a falta de ar, assim como o aumento da ansiedade e fraqueza são sempre uma indicação para uma consulta médica urgente!

Causas do refluxo gastroesofágico

A doença do refluxo se desenvolve como resultado de vários fatores. As causas do refluxo podem ser divididas em vários grupos, incluindo: a possibilidade da sua redução.

As causas comuns de refluxo são, por exemplo, hérnia da solução esofágica, relaxamento do músculo esfíncter esofágico, uso de certos medicamentos, como bloqueadores dos canais de cálcio, e o consumo de refeições pesadas.

Como resultado de lesões no trato gastrointestinal, o esfíncter esofágico inferior não funciona adequadamente, o que faz com que o conteúdo gástrico volte para o esófago e até mesmo para a garganta e a boca. Por exemplo, uma dor de garganta pode resultar da regurgitação de alimentos para o esófago superior.

A doença do refluxo gastroesofágico geralmente se desenvolve sob a influência do stress crónico e pode estar associada a alterações que ocorrem no corpo da gestante, o que torna a azia persistente o primeiro sintoma da gravidez. Nesse caso, os sintomas geralmente desaparecem após o parto.

Outras causas de refluxo são, por exemplo, sobrepeso e obesidade abdominal, dieta rica em bebidas carbonatadas e produtos altamente processados, distúrbios de motilidade esofágicos congénitos e adquiridos, mecanismos de limpeza esofágicos prejudicados, estiramento excessivo do estômago e polineuropatia alcoólica.

Somos capazes de eliminar algumas causas do refluxo, reduzindo efetivamente o risco de desenvolver a doença. Isso é especialmente verdadeiro quando o refluxo foi diagnosticado em membros da nossa família imediata. A causa do refluxo, que aumenta ainda mais o risco de desenvolver outras doenças, é o sedentarismo.

Sintomas da doença do refluxo ácido

Diferentes sintomas podem indicar doença do refluxo gastroesofágico. Os sintomas típicos de refluxo ácido estão concentrados na área do tórax, que está relacionado ao vazamento de ácido do estômago para o esófago. Eles incluem, entre outros:

  • sensação de queimação no trato digestivo,
  • dor epigástrica,
  • uma sensação de refluxo ácido para o esófago,
  • arroto ácido,
  • sabor desagradável e cheiro da boca.

Os sintomas típicos de refluxo não ocorrem em todos os pacientes. Acontece que nenhum desconforto associado ao refluxo do conteúdo gástrico para o esófago é sentido, e esofagite e outras esofagites são detectadas no estágio de diagnóstico de outras doenças.

Em alguns casos, os sintomas típicos de refluxo podem ser considerados como indigestão ou excessos, pois geralmente surgem de refeições pesadas.

Outros sintomas da doença do refluxo ácido incluem:

  • tosse seca,
  • rouquidão crónica,
  • queimação e  dor de garganta,
  • chiado,
  • sinusite,
  • otite média
  • infecções recorrentes do trato respiratório superior.

É importante ressaltar que os sintomas laringológicos do refluxo gastroesofágico, ou seja, tosse seca, sibilos, dor de garganta e até coriza, causados ​​pelo conteúdo ácido do esófago, aparecem sem sintomas prévios típicos de infecções virais sazonais, por exemplo, sensação de esgotamento e baixa febre alta e não desaparecem com tratamento sintomático. Em alguns casos, os sintomas podem piorar como resultado do uso de medicamentos que irritam o estômago.

Os sintomas otorrinolaringológicos de refluxo são muitas vezes acompanhados de problemas recorrentes na boca, que afetam os dentes e as gengivas. O refluxo pode ser evidenciado por cárie progressiva e gengivite recorrente e queimação da língua.

Pessoas com doença do refluxo gastroesofágico muitas vezes experimentam um gosto azedo ou salgado na boca. A doença do refluxo ácido também pode ser indicada por outros sintomas, por exemplo, mau hálito ou catarro salgado na garganta.

Sintomas de alarme que requerem consulta médica imediata

O agravamento súbito dos sintomas de refluxo é sempre um sintoma preocupante. Se tiver dificuldade para engolir, dor no peito ao engolir e sangue no vómito ou nas fezes, consulte o seu médico imediatamente. Os sintomas de alarme também incluem tosse seca persistente, falta de ar, dor epigástrica, perda de apetite, perda de peso e fraqueza crescente.

O aparecimento de sintomas mesmo pouco incómodos da doença do refluxo gastroesofágico é uma indicação para uma consulta médica urgente! Os sintomas de refluxo não devem ser subestimados e por muito tempo para aliviar doenças desagradáveis ​​usando antiácidos de venda livre, porque a automedicação pode resultar em efeitos colaterais.

Além disso, o vazamento do conteúdo gástrico ácido para o esófago aumenta significativamente o risco de desenvolver o cancro no esófago e está associado a outros riscos que podem ser evitados optando por um exame endoscópico e iniciando o tratamento.

Vale lembrar que mesmo a azia de curta duração, mas recorrente, que passa sem o uso de antiácidos de venda livre é uma indicação para o teste, porque o vazamento de ácido gástrico para o esófago pode levar a complicações graves.

Tratamento do refluxo

Deve haver alguns testes de diagnóstico antes do início do tratamento para o refluxo ácido. Eles incluem, entre outros exame endoscópico.

O exame endoscópico, ou seja, a gastroscopia, também é recomendado no caso de sintomas inespecíficos do refluxo em pacientes que foram excluídos de outros sintomas subjacentes.

O tratamento do refluxo ácido não deve ser baseado no uso a longo prazo de remédios para azia vendidos sem receita, pois isso pode resultar em complicações graves.

Depois de diagnosticar a doença do refluxo, o médico seleciona um tratamento adequado para um determinado paciente, por exemplo, prescreve inibidores da bomba de prótons, que em muitos pacientes se revelam uma solução eficaz. Infelizmente, às vezes a cirurgia também é necessária.

A doença do refluxo gastroesofágico é uma doença crónica, cujo tratamento também inclui mudanças na alimentação diária e no estilo de vida. É necessário, entre outros, parar de fumar e beber álcool e perder peso quando o refluxo está associado ao  sobrepeso e à obesidade.

Maternidade

Maternidade após os 40 anos: benefícios, desafios e cuidados essenciais para uma gravidez saudável

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A maternidade depois dos 40 anos deixou de ser uma excepção para se tornar uma escolha cada vez mais comum entre as mulheres em todo o mundo. Seja por motivos profissionais, pessoais ou simplesmente por um novo casamento, o adiamento da gravidez já não é visto com o mesmo espanto de décadas atrás.

Com os avanços da medicina reprodutiva e os cuidados de saúde pré-natal cada vez mais especializados, é possível viver esta etapa com segurança, desde que haja acompanhamento adequado. Neste artigo, analisamos os principais benefícios e desafios de engravidar após os 40 anos, com base em estudos científicos recentes. Apresentamos ainda sugestões de suplementos e exames recomendados — lembrando sempre que cada mulher deve consultar o seu médico para uma avaliação individualizada.

Vantagens da maternidade tardia

Engravidar depois dos 40 pode oferecer vantagens que vão muito além do biológico.

1. Maior maturidade emocional e estabilidade financeira

As mulheres que optam por ser mães mais tarde costumam ter maior equilíbrio emocional, experiência de vida e estabilidade financeira — factores que contribuem para um ambiente familiar mais estruturado e seguro.

2. Decisão consciente e planeada

Muitas destas gestações resultam de decisões ponderadas, feitas com tempo e responsabilidade. Esta maturidade favorece o cumprimento rigoroso do pré-natal e uma dedicação mais intensa à maternidade.

3. Potencial impacto na saúde cerebral

Um estudo da University of Southern California (2016), publicado no Journal of the American Geriatrics Society, sugere que mulheres que engravidam após os 40 podem apresentar melhor desempenho cognitivo em idades mais avançadas, o que indica possíveis benefícios neurológicos associados à maternidade tardia.

Desafios e riscos associados à gravidez depois dos 40

Apesar das vantagens emocionais e sociais, a gravidez após os 40 anos apresenta riscos que não devem ser desvalorizados.

1. Redução da fertilidade

Com o passar dos anos, a reserva ovárica diminui e os óvulos disponíveis também envelhecem, tornando a concepção mais difícil. É comum a necessidade de recorrer a tratamentos de fertilidade ou doação de óvulos.

2. Maior risco de alterações genéticas

Estudos apontam um aumento do risco de anomalias cromossómicas, como a trissomia 21 (síndrome de Down), sobretudo a partir dos 42 anos. Por isso, é fundamental incluir exames genéticos no pré-natal.

3. Complicações gestacionais mais frequentes

A gravidez tardia está associada a maiores taxas de hipertensão, diabetes gestacional, pré-eclâmpsia e descolamento da placenta. Além disso, aumenta a probabilidade de parto prematuro ou cesariana.

4. Risco cardiovascular

O envelhecimento natural do sistema cardiovascular pode dificultar a adaptação às exigências da gravidez, sendo essencial avaliar o coração antes e durante a gestação.

Exames recomendados para mulheres com mais de 40 anos

O acompanhamento médico personalizado é essencial para reduzir os riscos. Entre os exames habitualmente recomendados estão:
• Avaliação hormonal (AMH, FSH e LH): Indicadores da reserva ovárica e da viabilidade da ovulação.
• Ecografia transvaginal: Avalia o útero, endométrio e contagem dos folículos antrais.
• Histerossalpingografia: Verifica a permeabilidade das trompas de Falópio.
• Teste NIPT (Non-Invasive Prenatal Test): Detecta alterações genéticas fetais através do sangue materno.
• Avaliação da tensão arterial, glicemia e função renal: Monitoriza factores de risco cardiovascular.
• Ecocardiograma (em alguns casos): Para mulheres com histórico de doenças cardíacas.

Nota importante: A indicação destes exames depende da avaliação médica individual. Nunca substitua a orientação do seu ginecologista ou obstetra.

Suplementos importantes para a gravidez após os 40

A alimentação equilibrada é essencial em qualquer idade, mas em casos de gravidez tardia, os suplementos podem ter um papel ainda mais relevante.

1. Ácido fólico (vitamina B9)

Ajuda a prevenir malformações do tubo neural e deve ser iniciado pelo menos 1 mês antes da concepção. A dose habitual é de 400 a 600 mcg/dia, podendo ser ajustada pelo médico.

2. Vitamina D3

Auxilia na absorção de cálcio, fortalece o sistema imunitário e contribui para o desenvolvimento ósseo do bebé. É comum a necessidade de suplementação, sobretudo em mulheres com pouca exposição solar.

3. Ómega-3 (DHA)

Fundamental para o desenvolvimento cerebral e visual do feto. O suplemento deve ser de origem segura e purificada.

4. Colina

Nutriente essencial na formação do sistema nervoso central do bebé. Muitos suplementos para grávidas não contêm colina, pelo que poderá ser necessário adicionar à rotina.

5. Ferro e iodo

Importantes para o transporte de oxigénio e para a saúde da tiroide, respectivamente. A dosagem deve ser definida após exames laboratoriais.

Recomendação: Nunca inicie suplementos por conta própria. Uma consulta médica é indispensável para avaliar carências específicas, ajustar dosagens e evitar interacções medicamentosas.

Cuidados adicionais durante a gravidez tardia

Além dos exames e suplementos, há hábitos e medidas que ajudam a garantir uma gestação segura e tranquila:
• Consultas regulares com obstetra de alto risco
• Controlo rigoroso da pressão arterial e da glicemia
• Prática de actividade física moderada e segura (como caminhadas ou pilates para grávidas)
• Hidratação adequada e alimentação anti-inflamatória
• Evitar tabaco, álcool e exposição a substâncias químicas
• Apoio psicológico ou grupos de partilha para lidar com o stress ou ansiedade gestacional

O impacto psicológico e social da maternidade depois dos 40

A decisão de ser mãe numa fase mais madura também pode provocar questões emocionais:
• Pressão externa: Comentários sobre a “idade ideal” ou estigmas sociais ainda são comuns.
• Inseguranças naturais: Algumas mulheres preocupam-se com a energia necessária para cuidar de um bebé ou com o envelhecimento ao lado da criança.
• Relação com a carreira: Conciliar maternidade com responsabilidades profissionais pode exigir ajustes.

Por outro lado, muitas mães relatam uma vivência da gravidez e da maternidade mais consciente, gratificante e serena nesta fase da vida.

Conclusão

A maternidade depois dos 40 anos não é uma missão impossível — pelo contrário, pode ser uma experiência plena e segura, desde que acompanhada de forma adequada. As tecnologias da medicina reprodutiva, aliadas a hábitos saudáveis e a um planeamento responsável, permitem às mulheres viver esta fase com mais tranquilidade e saúde.

Cada caso é único. Por isso, a orientação médica é indispensável — desde o planeamento até ao pós-parto. Seja através da consulta com um ginecologista, obstetra ou especialista em fertilidade, o mais importante é tomar decisões informadas e conscientes.

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Bebés e Crianças

Importância do Desenvolvimento da Criatividade na Infância

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A criatividade é a capacidade de ter diferentes tipos de soluções para um problema, como a capacidade de pensar em ideias novas e inovadoras que servem para mudar o curso de como as coisas são feitas. Todos nós nascemos com este presente, mas é na infância que se descobre que a terra mais fértil é cultivada.

A criatividade é incorporada em uma ideia original que pode ter diferentes formas e pode ser aplicada a diferentes áreas da vida de um indivíduo. Hoje tem um grande valor para a nossa sociedade, por isso é importante promover o seu desenvolvimento desde cedo na criança.

Constitui um estímulo valioso para a inteligência, porque, dentro de um processo criativo, o indivíduo deve analisar, associar, relacionar objetos, elementos e situações, e nele existem múltiplas conexões sensoriais que tornam o nosso cérebro mais apto a enfrentar os desafios que mais tarde terá que enfrentar.

Desenvolvimento cerebral

O desenvolvimento da criatividade tem a ver com o desenvolvimento do próprio cérebro e com as múltiplas conexões formadas nos primeiros anos de vida. Estas conexões dependem em parte da genética e em parte das experiências que a criança tem nos primeiros anos de vida.

O cérebro é um órgão maleável, suscetível a manipulações que permitem alterar a sua configuração e aumentar a sua capacidade de resposta em qualquer idade. No entanto, é na infância que o cérebro tem maior capacidade de desenvolvimento, por isso será a idade perfeita para estimulá-lo.

O desenvolvimento da criatividade na infância

A infância é a idade ideal para o desenvolvimento da criatividade, porque a criança é muito mais receptiva a estímulos e possui uma grande capacidade de imaginação que ainda não é limitada pelo conhecimento ou racionalidade imposta pela sociedade.

A criança é, por natureza, um ser criativo, embora esta criatividade tenha poucas manifestações se não se desenvolver num clima adequado, com condições favoráveis ​​à criação.

Como aumentar a criatividade da criança?

A educação deve estar ao serviço da criatividade muito mais cedo do que o conhecimento, razão pela qual estratégias para o seu desenvolvimento devem ser aplicadas e um ambiente livre deve ser promovido, onde a criança possa aprender a ser mais aberta, mais flexível, mais imaginativa e, assim, o poder de criar ideias inovadoras.

O jogo

Brincar com os nossos filhos e/ou alunos pode ajudar muito quando se trata de aumentar a criatividade, promover o uso da imaginação e não limitá-lo pelo que acreditamos ser certo.

As artes

Desenho e música são excelentes atividades para o desenvolvimento da sensibilidade e como resultado da própria criatividade.

Liberdade de Expressão

A criatividade manifesta-se através da comunicação: não devemos criticar as ideias das crianças, nem os seus pontos de vista; pelo contrário, devemos incentivá-las a ter as suas próprias ideias sobre as coisas para  compartilhá-las.

Se queremos que os nossos filhos e alunos sejam adultos capazes de enfrentar situações e responder a elas efetivamente; e se queremos que eles tenham ideias originais que mudam o mundo, precisamos começar a cultivar a semente da criatividade o mais rápido possível.

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