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Estudos e Pesquisas

Como o seu telefone pode afetar o que come e quanto pesa? Nova pesquisa

Acontece que os nossos hábitos alimentares podem depender de como usamos smartphones. Por que os telemóveis podem ter um grande impacto na nossa figura?


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Foto de MART PRODUCTION no Pexels

Os novos resultados de pesquisas realizadas em mais de 53000 adolescentes coreanos indicam que as pessoas que usam smartphones por mais de 2 horas por dia são mais propensas a comer produtos altamente processados ​​e raramente comem frutas e vegetais.

Os pesquisadores mostraram que os adolescentes que passam mais de 3 horas por dia usando um smartphone têm maior probabilidade de estar acima do peso e serem obesos.

Pessoas que procuram informações apenas por meio do telemóvel têm hábitos alimentares mais saudáveis ​​do que aquelas que usam o telefone para conversar, usar as redes sociais, mensagens instantâneas, além de jogos de computador ou ouvir música e assistir a filmes.

Você é o que você come? Este slogan popular também deve incluir os mais recentes avanços em tecnologia.

Os smartphones, sem os quais a maioria das pessoas no mundo não consegue mais imaginar as suas vidas, têm uma influência decisiva até mesmo sobre o que comemos todos os dias.

Isso é confirmado pelos últimos resultados de pesquisas realizadas na Coréia do Sul.

Depois de analisar os resultados de uma pesquisa online na qual participaram mais de 53000 pessoas jovens, os pesquisadores concluíram que a maneira como usamos os telefones pode afetar diretamente até mesmo o que comemos e quanto pesamos.

Como os smartphones controlaram na nossa dieta diária?

Pessoas que são acompanhadas por um smartphone por mais de 5 horas por dia estão na pior situação. São eles que mais frequentemente procuram “junk food”, refrigerantes gaseificados, fast food e produtos instantâneos com os quais satisfazem rapidamente a fome.

Embora a pesquisa tenha abrangido apenas adolescentes, mesmo nesse grupo de entrevistados observou-se que o sobrepeso e a obesidade eram mais frequentemente sofridos por pessoas que não utilizavam o telemóvel/celular apenas para procurar informações necessárias, mas na maioria das vezes utilizavam as diversas funções multimédia desta ferramenta – assistiam a filmes, ouviam música, jogavam jogos na Internet ou liam e-books.

Por que os telefones podem prejudicar a nossa figura?

Os nutricionistas alertam que, quando olhamos para as telas dos smartphones por muito tempo, tendemos a comer demais.

Assim, facilmente perdemos o controlo sobre nós mesmos – ou comemos muito rápido e mastigamos a comida de maneira incorreta ou comemos sem pensar.

Isso tem um impacto no nosso sistema digestivo, e o processo de enviar um sinal ao cérebro de que estamos satisfeitos “cheios” é interrompido. Então, comemos mais e com menos sabedoria.

Como posso corrigir isso? Os cientistas sugerem que adquira o hábito de desligar o telefone quando comer e focar apenas em comer.

Também pode ser útil definir limites de tempo após os quais o smartphone se desliga sozinho e limitar o uso dessa ferramenta antes de dormir, para que o nosso corpo possa se acalmar e se regenerar à noite.

Estudos e Pesquisas

Vitamina D3 pode retardar o envelhecimento celular, revela estudo de Harvard

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Um estudo recente conduzido por investigadores do Brigham and Women’s Hospital, afiliado à Universidade de Harvard, sugere que a suplementação diária com vitamina D3 pode abrandar o processo de envelhecimento a nível celular. Os participantes que tomaram 2.000 UI de vitamina D3 diariamente durante quatro anos apresentaram menos danos no ADN e mostraram marcadores biológicos indicando que eram quase três anos mais jovens em comparação com aqueles que tomaram um placebo. 

O Papel dos Telómeros no Envelhecimento

Os telómeros são estruturas localizadas nas extremidades dos cromossomas que protegem o material genético durante a divisão celular. Com o tempo, os telómeros encurtam-se, o que está associado ao envelhecimento celular e ao aumento do risco de doenças crónicas, como diabetes e doenças cardiovasculares. O estudo observou que a suplementação com vitamina D3 reduziu o encurtamento dos telómeros, sugerindo um efeito protetor contra o envelhecimento celular.

Benefícios Anti-inflamatórios da Vitamina D3

Além de retardar o envelhecimento celular, a vitamina D3 demonstrou possuir propriedades anti-inflamatórias. A inflamação crónica de baixo grau é um fator contribuinte para várias doenças relacionadas com a idade. Ao reduzir a inflamação, a vitamina D3 pode desempenhar um papel na prevenção de doenças como a artrite reumatoide e certas doenças autoimunes.

Precauções e Considerações

Embora os resultados sejam promissores, os investigadores alertam que a suplementação excessiva de vitamina D3 pode ter efeitos adversos. É essencial que a suplementação seja feita sob orientação médica, especialmente porque doses elevadas podem levar a hipercalcemia, uma condição caracterizada por níveis elevados de cálcio no sangue.

Implicações para a Saúde Pública

Este estudo destaca a importância da vitamina D3 não apenas na saúde óssea, mas também no envelhecimento saudável. Com o envelhecimento da população global, intervenções simples e acessíveis, como a suplementação com vitamina D3, podem ter um impacto significativo na qualidade de vida dos idosos.

Conclusão

A descoberta de que a vitamina D3 pode retardar o envelhecimento celular abre novas possibilidades na promoção de um envelhecimento saudável. No entanto, é crucial que futuras pesquisas confirmem estes achados e determinem as doses ideais para diferentes populações. Enquanto isso, manter níveis adequados de vitamina D3 através de exposição solar moderada, dieta equilibrada e, quando necessário, suplementação sob orientação médica, continua a ser uma estratégia recomendada para a saúde geral.

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Estudos e Pesquisas

Descoberta Revolucionária: Novo Mecanismo do Sistema Imunitário Pode Levar a Antibióticos Naturais

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Recentemente, uma equipa de cientistas fez uma descoberta que pode revolucionar a medicina: um novo mecanismo no sistema imunitário que transforma proteínas recicladas em substâncias químicas capazes de destruir bactérias. Este avanço abre caminho para o desenvolvimento de uma nova classe de antibióticos naturais, oferecendo esperança no combate às infeções resistentes.

O Papel do Proteassoma no Sistema Imunitário

O proteassoma é uma estrutura presente em todas as células do organismo, conhecida pela sua função de reciclar proteínas antigas, decompondo-as em fragmentos menores para reutilização. No entanto, investigações recentes revelaram que, ao detetar uma infeção bacteriana, o proteassoma altera a sua função. Em vez de apenas reciclar proteínas, ele transforma-as em substâncias químicas que atacam e destroem a camada externa das bactérias, funcionando como um mecanismo de defesa natural do corpo.

Implicações para o Desenvolvimento de Novos Antibióticos

A descoberta deste “modo secreto” do sistema imunitário é de grande relevância, especialmente num momento em que a resistência das bactérias aos antibióticos tradicionais está a aumentar. Compreender e potenciar este mecanismo natural pode permitir a criação de novos tratamentos antibacterianos que utilizam as próprias defesas do organismo, reduzindo a necessidade de antibióticos sintéticos e minimizando os efeitos secundários associados.

Perspetivas Futuras e Desafios

Embora a descoberta seja promissora, os especialistas alertam que ainda há um longo caminho a percorrer antes de se conseguirem tratamentos clínicos eficazes baseados neste mecanismo. São necessárias mais investigações para compreender completamente como o proteassoma identifica e responde às infeções bacterianas e como essa resposta pode ser modulada ou amplificada para fins terapêuticos.

Conclusão

A identificação deste novo mecanismo do sistema imunitário representa um avanço significativo na compreensão das defesas naturais do corpo contra infeções bacterianas. Embora ainda existam desafios a superar, esta descoberta abre novas possibilidades para o desenvolvimento de terapias antibacterianas inovadoras, alinhadas com os processos biológicos naturais do organismo.

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