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Internacional

Victoria Beckham é eleita a “rainha do estilo” em concurso de streetstyle do Glitter Show

Talk show do Porto Canal fez uma pesquisa no Instagram e os portugueses escolheram a ex-Spice Girl como a maior representatividade do streetstyle no mundo.


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Reprodução - Instagram // Victoria Beckham

Streetstyle é exatamente o que significa. É a moda que evoluiu das ruas e não dos desfiles ou dos estilistas, e que tem a sua base na cultura jovem das últimas décadas, abrangendo uma ampla gama de estilos únicos e sempre atuais.

A produção do programa Glitter Show, do Porto Canal, por quinze dias realizou um concurso nos InstaStories da página oficial do talk show, e entre cantoras, modelos, influencers e atrizes, os portugueses escolheram Victoria Beckham como a “rainha do estilo”.

De facto, esteja onde estiver, a ex-Spice Girl sempre se apresenta de forma bastante fashion e muito comentada por especialistas da moda no mundo todo. E, ainda assim, em agosto último a celebridade afirmou: “não sou uma supermodelo. Sou uma mãe de 46 anos”. 

A cantora, que frequentemente dá dicas de moda e tem celebrado cada vez mais a sua “beleza natural” sem makes nas redes sociais, está a estampar várias capas de revista pelo planeta após uma fonte próxima do casal revelar ao jornal britânico The Sun uma informação inédita.

Ela e o marido, o ex-jogador de futebol David Beckham, teriam contraído em março a covid-19 e, mesmo assim “compareceram a alguns eventos de networking ostentosos, e […] estavam apertando as mãos e beijando fãs”.

Também este mês foi divulgada outra notícia curiosa a respeito da artista: após vinte anos sem comer carboidrato, Victoria quebrou esta sua regra alimentar para agradar o companheiro, que fez uma pizza especialmente para ela.

Internacional

Crises Globais em 2025: Conflitos, Clima e Inteligência Artificial Moldam o Futuro da Humanidade

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O ano de 2025 está a ser marcado por uma confluência de acontecimentos globais que desafiam a estabilidade e o progresso da humanidade. Conflitos armados intensificam-se, as alterações climáticas apresentam consequências cada vez mais graves e a inteligência artificial avança a um ritmo acelerado, levantando questões éticas e sociais de grande dimensão.

Neste artigo, fazemos uma análise dos principais eventos que moldam o panorama mundial atual, oferecendo uma visão abrangente dos desafios e oportunidades que enfrentamos enquanto sociedade global.

1. Conflitos Geopolíticos: Tensões Crescentes e Desdobramentos

A instabilidade geopolítica tem vindo a agravar-se em várias partes do mundo, ameaçando a paz e a segurança internacionais.
• Conflito Israel-Palestina: A ofensiva militar de Israel sobre a Faixa de Gaza intensificou-se, resultando em dezenas de mortes, incluindo civis que se encontravam refugiados em escolas. A comunidade internacional tem manifestado uma crescente preocupação com a escalada da violência e as suas implicações humanitárias.
• Guerra na Ucrânia: A Rússia lançou 355 drones contra a Ucrânia numa só noite, naquela que foi a maior ofensiva aérea desde o início da invasão, em 2022. Apesar de algumas trocas de prisioneiros sugerirem tentativas de diálogo, a paz continua a parecer distante.
• Venezuela: O partido do governo venceu as recentes eleições legislativas, consolidando o poder de Nicolás Maduro. A oposição, que não participou no sufrágio, denuncia falta de transparência, repressão e ausência de garantias democráticas.

Estes conflitos reflectem um cenário global de polarização crescente, de desafios à ordem internacional e de perda de confiança nas instituições multilaterais.

2. Emergência Climática: Impactos Visíveis e Respostas Urgentes

As alterações climáticas continuam a ter um impacto significativo em diversas regiões do globo.
• Eventos extremos no Brasil: De acordo com dados recentes, a temperatura média no país aumentou mais de 1°C nos últimos 60 anos. Seca prolongada no Nordeste, chuvas torrenciais no Sul e fenómenos climáticos extremos têm causado prejuízos económicos elevados e perdas humanas.
• Relógio do Juízo Final: Em 2025, o Relógio do Juízo Final avançou para 23h58min31s, o que representa o ponto mais próximo da “meia-noite” (o símbolo do fim da humanidade) desde a sua criação. Este avanço resulta da continuidade da guerra na Ucrânia, do agravamento das alterações climáticas e do uso potencial da inteligência artificial em armamento militar.

A necessidade de acções concretas para mitigar os efeitos da crise climática torna-se cada vez mais evidente e urgente. A implementação de políticas sustentáveis, o corte nas emissões e o investimento em energias renováveis são passos incontornáveis.

3. Inteligência Artificial: Progresso Rápido e Dilemas Éticos

A inteligência artificial (IA) tem registado avanços notáveis, com potencial para transformar profundamente a forma como vivemos, trabalhamos e nos relacionamos.
• Avanços tecnológicos: A IA já está presente em sectores como a saúde, a educação, a segurança e os transportes, oferecendo soluções personalizadas e ganhos de eficiência. Ferramentas como assistentes virtuais, diagnósticos médicos automatizados e algoritmos de aprendizagem têm vindo a revolucionar vários domínios.
• Riscos e ética: No entanto, a utilização da IA levanta sérias preocupações éticas. O desenvolvimento de armamento autónomo, a vigilância em massa e os preconceitos algorítmicos exigem um debate alargado sobre os limites da tecnologia e a necessidade de regulamentação internacional.

O futuro da IA dependerá da nossa capacidade colectiva de estabelecer regras claras, proteger os direitos humanos e garantir que o desenvolvimento tecnológico serve o bem comum.

4. Caminhos para o Futuro: Cooperação e Responsabilidade Global

Perante estes desafios interligados, é fundamental promover uma abordagem integrada e multilateral que coloque a dignidade humana e a sustentabilidade no centro da acção global.
• Diplomacia e diálogo: A resolução pacífica de conflitos exige esforços diplomáticos contínuos, o reforço das instituições internacionais e o combate à desinformação.
• Ação climática: A transição energética justa, a preservação da biodiversidade e o financiamento climático para países em desenvolvimento devem ser prioridades nas agendas nacionais e internacionais.
• Regulação da inteligência artificial: É urgente criar quadros legais e éticos que acompanhem o avanço da IA, garantindo transparência, responsabilização e participação democrática nas decisões.

Apesar das dificuldades, 2025 também é um ano de oportunidades. A inovação, a mobilização cívica e a solidariedade internacional podem ser as chaves para reverter os rumos perigosos que o mundo tem seguido.

Conclusão

O panorama global em 2025 revela um mundo em transformação profunda. Conflitos armados, catástrofes climáticas e a revolução digital colocam-nos perante dilemas existenciais. Mas é justamente nos momentos de crise que se abrem novas possibilidades de mudança e de reconstrução.

O futuro não está escrito. Cabe à humanidade decidir se continuará a caminhar rumo ao colapso, ou se usará a sua inteligência, compaixão e coragem para construir um mundo mais justo, seguro e sustentável.

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Internacional

Cientistas criaram uma câmara de coração artificial. Ele será usado para testes de fármacos e pesquisa

Cientistas da Universidade de Toronto Engineering desenvolveram um modelo em miniatura do ventrículo esquerdo do coração humano em laboratório. O modelo cultivado em laboratório é feito de células cardíacas vivas e é capaz de bombear fluido para dentro do tubo de ensaio.

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Foto de Pixabay

O ventrículo esquerdo é aquele que bombeia o sangue recém-oxigenado para a aorta e daí para o resto do corpo. O modelo criado em laboratório pode oferecer aos cientistas uma nova maneira de estudar uma ampla gama de doenças e condições cardíacas e testar possíveis terapias. A invenção foi descrita em um artigo publicado na Advanced Biology.

A equipa multidisciplinar de pesquisadores foi liderada pela professora Milica Radisic do Centro de Pesquisa e Aplicações de Tecnologia de Fluidos (CRAFT).

“Com esses modelos, podemos estudar não apenas a função celular, mas também a função de tecidos e órgãos, tudo sem a necessidade de cirurgia invasiva ou experimentos em animais. Também podemos usá-los para testar candidatos a medicamentos para efeitos positivos ou negativos”, comentou a prof. Radisic.

Como foi feito um ventrículo artificial?

Para alcançar três dimensões, a equipe usou minúsculos andaimes feitos de polímeros biocompatíveis. Uma estrutura semelhante a uma malha foi preenchida com células do músculo cardíaco e deixada crescer em meio líquido. Pulsos elétricos foram usados ​​para fazer o coração “bater”.

Um tubo de polímero oco com um diâmetro de 0,5 milímetros bombeia o fluido para fora da abertura. O volume de ruptura e a pressão foram medidos com o cateter condutivo – a mesma ferramenta usada para avaliar esses parâmetros em pacientes vivos.

No momento, o modelo só pode produzir uma pequena fração – menos de 5% – da pressão de ruptura que um coração real poderia produzir. O trabalho futuro se concentrará no aumento da densidade celular para aumentar o volume e a pressão de ruptura. A equipa também quer encontrar uma maneira de reduzir ou, eventualmente, remover andaimes que um coração real não teria.

“Temos que lembrar que levou milhões de anos para desenvolver uma estrutura tão complexa quanto o coração humano”, acrescentou Radisic.

“Com o nosso modelo, podemos medir o volume de ejeção – a quantidade de fluido que é expelido cada vez que a câmara se contrai – e a pressão desse fluido. Ambas as propriedades eram quase impossíveis de controlar em modelos anteriores”, disse Sargol Okhovatian, um dos pesquisadores.

“O sonho de todo engenheiro de tecidos é desenvolver órgãos totalmente prontos para serem transplantados para o corpo humano. Ainda estamos muitos anos longe disso, mas sinto que esta câmara bio-artificial é um ponto importante”, acrescentou.

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