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Netflix e ICA lançam concurso para argumentistas portugueses

Inscrições seguem abertas até 1 de junho.


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Foto de freestocks.org no Pexels

A Netflix e o Instituto do Cinema e do Audiovisual (ICA) anunciaram na passada quarta-feira, dia 29 de abril, o lançamento de um concurso de escrita de séries de ficção e de documentário. A iniciativa é aberta somente a argumentistas nacionais.

Os dez melhores projetos serão premiados. O objetivo da ação é impulsionar a produção audiovisual portuguesa. Para participar é necessário ser residente em Portugal. Os projetos podem ser enviados até ao dia 1 de junho.

O painel de jurados que avaliará as propostas é composto por Isabel Lucas, Jorge Paixão da Costa, Luís Proença, Possidónio Cachapa e Verónica Fernandéz – todos especialistas bastante renomados do setor artístico.

Os dez melhores trabalhos serão escolhidos nas condições apresentadas no Regulamento e sem obrigação contratual. O resultado será anunciado pelo júri no site do ICA até 30 de julho de 2020. Também no site do ICA é possível ter acesso ao Regulamento completo.

Sobre o concurso, o Secretário de Estado do Cinema, Audiovisual e Media Nuno Artur Silva declarou: «Esta é uma iniciativa especialmente relevante que, por via da escrita de argumento e do desenvolvimento de ideias por autores portugueses, representa um importante passo para a consolidação da ficção audiovisual e do documentário no nosso país». 

Já o vice-presidente da área de Conteúdos Originais da Netflix Diego Ávalos afirmou: «Estamos muito satisfeitos por poder colaborar com o Instituto do Cinema e do Audiovisual numa iniciativa que visa apoiar e estimular o grande talento da comunidade criativa portuguesa. Acreditamos firmemente que grandes histórias estão para chegar e podem seguir para qualquer lugar, e estamos confiantes de que este concurso abrirá novas janelas de inspiração e oportunidades para os criadores».

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Cristina Ferreira e Jorge Gabriel testam negativo à covid-19 e regressam esta semana aos ecrãs

Os apresentadores entraram em isolamento profilático após terem tido contacto com pessoas que testaram positivo à covid-19.

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Reprodução - Instagram // Cristina Ferreira

Cristina Ferreira e Jorge Gabriel informaram nas suas respetivas contas oficiais no Instagram na passada terça-feira (3) que testaram negativo à covid-19 após cumprirem um período de isolamento profilático por terem tido contacto com pessoas infectadas com a covid-19.

Os dois permaneceram catorze dias em casa, conforme aconselhado pela Direção-Geral da Saúde.

A apresentadora teve contacto com Bárbara Bandeira na última emissão do Dia de Cristina na mesma semana em que a cantora revelou ter testado positivo ao vírus. Na próxima quinta-feira, dia 5, a diretora de entretenimento e ficção da TVI dará uma entrevista sobre o assunto.

“Volto ao trabalho na quinta e para junto do meu Manuel Luís Goucha. Estarei no Você na TV para vos falar deste período mas, acima de tudo, para vos explicar as muitas dúvidas que têm surgido e que me foram perguntando em mensagem”, declarou a apresentadora no Instagram.

Goucha reagiu à publicação da colega de profissão a dizer: “tu não vives sem mim. Bem, olha quem fala”. Iva Domingues, Núria Madruga e Dália Madruga também reagiram ao post a celebrar o teste negativo de Cristina Ferreira.

Jorge Gabriel iniciou o seu isolamento profilático após a sua colega do programa das manhãs Praça da Alegria, Sónia Araújo, ter testado positivo à covid-19. Esta foi a segunda vez que o comunicador da RTP1 teve contacto com uma pessoa infetada.

Da primeira vez que o apresentador de 52 anos de idade esteve em isolamento, foram a sua mulher, Filipa Gameiro, e as suas filhas, Mariana, de 19 anos, e Madalena, de 17, que haviam testado positivo ao novo coronavírus.

“Não há meio de passar nesta disciplina. É oficial… estou DESCONFINADO!!!!!!!!!”, escreveu o comunicador na legenda de uma foto na qual mostrou o resultado negativo do seu teste à covid-19. Tânia Ribas, José Carlos Matalo e Tiago Pinho celebraram a boa notícia.

Sónia Araújo, que permanece em isolamento mas espera em breve também regressar ao trabalho, brincou com o colega das manhãs a dizer “bora trabalhar! Que eu já te apanho”, ao que Jorge Gabriel respondeu “siga. Beijos”.

Noutro post no Instagram, Jorge Gabriel falou que regressaria esta quarta-feira (4) ao Praça da Alegria e teria mais novidades para contar já no dia seguinte ao seu regresso à estação pública. “Não há fome que não dê em fartura”, rematou o apresentador.

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Filme Terra Nova ganha prémio internacional de cinema

Atores que integram o elenco da longa-metragem reagiram nas redes sociais.

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Reprodução - Instagram // João Catarré

O filme português Terra Nova recebeu o prémio de Melhor Elenco (Best Ensemble Actor Award) no Soho International Film Festival em Nova Iorque este mês, e vários atores que integram o elenco da longa-metragem celebraram a conquista do galardão nas redes sociais.

“Parabéns a toda a equipa!!!”, afirmou João Catarré, que faz o papel de Zé Sol na trama. Também Ricardo de Sá, que dá vida a Tó Verde na ficção, parabenizou todos os envolvidos na produção da longa-metragem portuguesa.

Vítor d’Andrade, que interpreta a personagem Bernardo em Terra Nova, também falou sobre o facto dele próprio ter sido nomeado no mesmo festival na categoria de melhor ator, algo que ocorreu pela primeira vez em toda a sua carreira.

“O filme Terra Nova ganhou o prémio de melhor elenco e eu estive nomeado para melhor actor. Nunca tal me tinha acontecido. Espero que o filme tenha sucesso quando chegar às salas e que vos toque tanto como nos tocou a nós fazê-lo”, afirmou o ator.

“Este filme é o resultado do sonho do Artur Ribeiro [realizador da longa-metragem] e é ele que deve levar as palmas todas. Obrigado Artur, mil vezes obrigado por me teres convidado a fazer parte desta grande e linda aventura”, rematou o artista.

Apesar de não fazer parte do elenco do filme, também a protagonista da telenovela Terra Brava, da SIC, Mariana Monteiro, parabenizou os colegas de profissão por este grande reconhecimento nos comentários do post feito por Catarré no Instagram.

A recordar que a estreia da longa-metragem ocorreu este mês, e a nível internacional, a partir de Nova Iorque, pois a obra foi selecionada para a edição virtual do SOHO International Film Festival, que ocorreu de 15 a 22 de outubro.

Conforme é possível ler no site do SOHO, este festival cinematográfico busca celebrar “a tecnologia digital de ponta e, ao mesmo tempo, homenageia as formas tradicionais de contar histórias para cineastas novos e experientes”.

A estreia do filme deveria ter ocorrido a 19 de março em Portugal, mas por causa da pandemia o lançamento nos cinemas foi cancelado e a longa-metragem transformou-se numa série que foi dividida em treze episódios e emitida de 3 de junho a 2 de setembro na RTP1.

O filme é uma adaptação da obra O Lugre de Bernardo Santareno, cujo centenário de nascimento celebra-se este ano. O drama de época conta a história dalgumas famílias das comunidades piscatórias nacionais da década de 1930.

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