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Estilo de Vida

Quer viver até a velhice? Certifique-se de fazer essas alterações na sua dieta

Cada um de nós quer viver uma vida longa e saudável. Como fazer isso? A resposta não é tão difícil e nem tão óbvia.


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Photo by Jason Briscoe on Unsplash

Cem anos de idade disseram que o caminho para uma vida longa é ser solteiro. Mas existem outras maneiras de sobreviver a mais de 100 anos que não são tão drásticas. Entre eles, podemos distinguir a modelagem do estilo de vida e hábitos alimentares semelhantes às pessoas que vivem no chamado zonas azuis.

Como comer para viver uma vida longa?

Se precisar de um lembrete rápido, as zonas azuis são as cinco áreas do mundo com as populações mais duradouras e saudáveis: Okinawa no Japão, Sardenha na Itália, Nicoya na Costa Rica, Ikaria na Grécia e Loma Linda na Califórnia. Verificou-se que eles compartilham nove características comuns, incluindo a maneira como comem, apesar de estarem em localizações e culturas geográficas completamente diferentes.

Embora a longevidade deles dependa amplamente de onde e como eles vivem, existem várias soluções alimentares importantes que podem ser aplicadas ao modo de vida americano sem muito trabalho.

Num seminário organizado pelo Global Wellness Summit, Dan Buettner, jornalista e especialista em Zonas Azuis, compartilhou algumas das suas principais dicas de nutrição para alcançar a longevidade de anos de pesquisa nas vidas dessas comunidades. Aqui estão as principais conclusões:

1. Beber vinho depois das 17 h, de preferência com amigos e com uma refeição

Isso pode ser um pouco complicado durante a quarentena, tanto na parte “comer com os amigos” quanto na parte “esperar até as 17h pelo vinho”. Existem muitas evidências nas zonas azuis de que alguns copos por dia, especialmente com amigos e com refeições possivelmente diminuem a taxa de mortalidade. Quatro das cinco comunidades nessas zonas bebem álcool com moderação como parte de seu estilo de vida.

Existem várias razões possíveis para isso: o vinho tinto é rico em antioxidantes, possui algumas propriedades anti-inflamatórias e está associado a um risco reduzido de doença cardíaca. No entanto, se não bebe, isso não significa que deve começar; se optar por beber.

2. Comer principalmente alimentos vegetais

Sim, mesmo as pessoas nas zonas azuis são baseadas em plantas. E tem sido por gerações. Eles comem 90 a 100% dos seus alimentos de origem vegetal. Demonstrou-se que uma dieta à base de plantas é benéfica para o coração, o intestino e o cérebro, sem mencionar o fato de que alimentos à base de plantas, como vegetais e grãos, têm uma quantidade de carbono menor do que a carne e os laticínios.

3. Muitos carboidratos na dieta

As pessoas que vivem nas zonas azuis geralmente consomem cerca de 65% das suas calorias diárias na forma de carboidratos. Faz sentido: esse macronutriente geralmente é combinado com muita fibra (ótima para a saúde intestinal), além das vitaminas e minerais que o seu corpo precisa para funcionar da melhor maneira possível.

Mas é importante lembrar que nem todos os carboidratos têm origens iguais, e as pessoas nas zonas azuis recebem esse macronutriente principalmente de fontes como grãos, vegetais, tubérculos, nozes e feijões (ou seja, não de produtos processados). Há um carboidrato que supera todo o resto. A garantia da longevidade é o feijão. Portanto, se comer cerca de uma xícara de feijão por dia, provavelmente vale mais quatro anos de expectativa de vida.

4. Consumo ocasional de carne

A carne é considerada uma refeição celestial nas zonas azuis e geralmente é consumida apenas cerca de cinco vezes por mês. As pessoas nessas comunidades tendem a aderir a “um tamanho de porção não superior ao tamanho de um baralho de cartas”, que se traduz em cerca de 85 gramas, enquanto a carne é uma excelente fonte de proteína, vitaminas B e ferro de fácil digestão, excesso de ferro também está associado à doença do sistema cardiovascular, cancro de cólon e outros problemas de saúde. Estudos mostraram que o maior consumo de carne em homens e mulheres está associado a maiores taxas de cancro e mortalidade por todas as causas.

Tal como acontece com a dica de vinho, não precisa começar a comer carne, se não estiver a fazer isso no momento, mas se estiver a comer carne, saiba que um pouco está bom do ponto de vista da longevidade.

5. Água potável, café e vinho

As pessoas nas zonas azuis bebem seis copos de água por dia, além de café pela manhã e um copo de vinho no jantar. Não há lugar para bebidas açucaradas, como refrigerantes, que afetam negativamente a sua saúde.

6. Praticar formas modificadas de jejum intermitente

Isso não significa que eles estão de dieta. As pessoas nessas comunidades tendem a comer de maneira semelhante ao que poderíamos chamar de jejum intermitente. Café da manhã/pequeno almoço como um rei, almoços como um príncipe, jantares como um pobre. Eles tendem a comer todas as calorias em uma janela de oito horas, permitindo que o sistema digestivo descanse por 16 horas.

Basicamente, a maior refeição é o pequeno almoço, a menor é o jantar e eles não comem tarde da noite. Isso traz muitos benefícios em potencial para a longevidade. No entanto, não é um plano alimentar para todos, especialmente se está a recuperar de uma doença, grávida, amamentando, tentando engravidar ou teve um distúrbio alimentar no passado.

Cultura

ZAORCH Lança Editora e Apresenta o Livro “O Código do Chamado” – Um Guia Transformador para Quem Busca Propósito e Direção

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A ZAORCH, organização reconhecida pelo seu impacto na arte, formação e desenvolvimento pessoal, dá um novo passo na sua trajetória com a criação da Editora ZAORCH. A estreia da editora é marcada pelo lançamento de “O Código do Chamado: O Enigma Revelado – Muitos Tentam, Poucos Decifram”, da autora Domenique Heidy, uma obra inovadora que alia propósito e realização pessoal.

Editora ZAORCH: Uma Nova Fronteira no Crescimento Pessoal

A criação da Editora ZAORCH representa a expansão natural do trabalho da organização, que tem como missão formar artistas, líderes e profissionais comprometidos com o seu crescimento. O primeiro título do catálogo já está disponível para compra e reserva, oferecendo aos leitores um guia prático para transformar a disciplina numa aliada na concretização de metas e sonhos.

A obra apresenta um método acessível e eficaz para quem deseja alcançar crescimento pessoal, profissional e espiritual. Combinando elementos de desenvolvimento humano, saúde mental e produtividade, o livro introduz o Método 3D da Disciplina, uma abordagem estruturada para criar mudanças reais e sustentáveis.

O Método 3D da Disciplina – A Chave para a Transformação

O livro de Domenique Heidy propõe uma nova forma de compreender a disciplina, desmistificando a ideia de que se trata apenas de rigidez ou sacrifício. A autora demonstra como pequenas ações consistentes podem gerar resultados extraordinários através dos três pilares fundamentais:

Decisão – Como assumir um compromisso verdadeiro e inabalável consigo mesmo.

Direção – Estratégias para definir metas claras e evitar distrações que comprometem o crescimento.

Disciplina – Ferramentas para transformar pequenas ações diárias em hábitos sustentáveis e duradouros.

Além de um conteúdo inspirador, a obra inclui exercícios práticos que ajudam os leitores a aplicarem os conceitos no seu dia a dia, promovendo equilíbrio entre realização profissional, bem-estar físico e crescimento emocional.

Pré-Lançamento Exclusivo: Junta-te à Lista VIP e Ganha Benefícios

Para celebrar este marco, a ZAORCH lançou uma Lista VIP, oferecendo aos leitores acesso antecipado ao livro e benefícios exclusivos. Os inscritos terão direito a:

✔️ Trechos inéditos antes do lançamento.

✔️ Desconto especial na compra antecipada.

✔️ Marcador exclusivo personalizado.

A Lista VIP já está disponível, e os interessados podem inscrever-se através dos canais oficiais da ZAORCH.

2025: Um Ano de Expansão e Novas Iniciativas

O lançamento da Editora ZAORCH, a publicação de “O Código do Chamado” e a realização de eventos culturais marcam um novo ciclo de crescimento para a organização. Em 2025, a ZAORCH reforça o seu compromisso com a arte, a literatura e a formação, consolidando-se como um movimento transformador na vida de artistas, criadores e visionários.

Para aqueles que desejam acompanhar as novidades e fazer parte deste percurso, a ZAORCH convida à interação através dos seus canais oficiais.

Para o livro – Inscreve-te na Lista VIP e recebe acesso antecipado e benefícios exclusivos.

Para a exposição fotográfica – Participa na inauguração a 21 de março, às 20h, na Academia Almadense.

Para o musical de Páscoa – Reserva a data (20 de abril) e acompanha os detalhes do espetáculo.

A ZAORCH continua a expandir fronteiras, impactando vidas através da arte, cultura e conhecimento. Para mais informações, acompanha os canais oficiais da ZAORCH e faz parte deste movimento!

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Estilo de Vida

Dicas para Reduzir o Desperdício Alimentar em Casa: Como Poupar e Ser Sustentável

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O desperdício alimentar é um dos grandes desafios globais da atualidade. De acordo com a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), cerca de um terço dos alimentos produzidos no mundo são desperdiçados. No entanto, este problema não ocorre apenas nos supermercados e restaurantes; as nossas próprias casas são um dos maiores contribuintes para o desperdício alimentar.

Reduzir o desperdício de alimentos em casa não só ajuda a preservar recursos naturais e a reduzir impactos ambientais, como também proporciona uma poupança significativa no orçamento familiar. Neste artigo, vamos apresentar estratégias eficazes para evitar o desperdício alimentar e tornar a sua cozinha mais sustentável.

1. Planeie as Refeições com Antecedência

O planeamento das refeições é essencial para evitar compras desnecessárias e garantir que todos os alimentos comprados sejam utilizados antes de se estragarem. Algumas dicas para um bom planeamento incluem:

  • Criar um menu semanal com base nos ingredientes que já tem em casa.
  • Fazer uma lista de compras detalhada e segui-la à risca no supermercado.
  • Evitar compras impulsivas que podem resultar em alimentos que não serão consumidos.

2. Armazene os Alimentos Corretamente

Saber como armazenar corretamente os alimentos pode aumentar significativamente a sua durabilidade. Algumas estratégias incluem:

  • Guardar os alimentos frescos no frigorífico a temperaturas adequadas.
  • Utilizar recipientes herméticos para preservar a frescura de grãos, farinhas e cereais.
  • Separar frutas e legumes que libertam gás etileno (como bananas e tomates) para evitar o amadurecimento precoce de outros produtos.

3. Compre Apenas o Necessário

Evite comprar grandes quantidades de alimentos perecíveis se não pretende consumi-los a tempo. Algumas dicas incluem:

  • Comprar a granel apenas se tiver certeza de que os produtos serão utilizados antes de perderem a qualidade.
  • Optar por frutas e legumes da época, que costumam durar mais tempo e são mais saborosos.
  • Avaliar as promoções com atenção para evitar compras desnecessárias.

4. Utilize Primeiro os Alimentos Mais Próximos da Data de Validade

Uma boa prática para evitar o desperdício alimentar é a regra do “primeiro a entrar, primeiro a sair” (FIFO – First In, First Out). Isso significa que os alimentos com data de validade mais próxima devem ser consumidos primeiro.

  • Organize a despensa e o frigorífico de forma a que os produtos mais antigos fiquem à frente.
  • Sempre que comprar novos produtos, coloque-os atrás dos que já estavam armazenados.
  • Verifique as datas de validade regularmente e planeie refeições para utilizar esses ingredientes antes que se estraguem.

5. Aproveite as Sobras de Comida

Reaproveitar as sobras de refeições é uma das formas mais eficazes de reduzir o desperdício alimentar. Algumas ideias incluem:

  • Transformar sobras de carne e legumes em sopas ou guisados.
  • Utilizar arroz ou massa do dia anterior para preparar saladas frias.
  • Criar omeletas ou tortilhas com ingredientes que sobraram de outras refeições.

6. Congele os Alimentos Adequadamente

A congelação é uma ótima forma de preservar alimentos e evitar o seu desperdício. Algumas dicas incluem:

  • Congelar ervas aromáticas em azeite ou manteiga para utilização futura.
  • Cortar frutas e legumes antes de congelá-los para facilitar o uso posterior.
  • Identificar os recipientes congelados com datas para garantir que sejam consumidos antes de perderem a qualidade.

7. Faça Caldos e Sopas com Restos de Alimentos

Restos de vegetais, ossos de carne e cascas de cebola podem ser aproveitados para fazer caldos caseiros, ricos em sabor e nutrientes. Essa é uma excelente forma de evitar o desperdício e adicionar mais sabor às suas refeições.

8. Compre Produtos com Imperfeições

Muitas frutas e vegetais são descartados pelos supermercados apenas por terem formatos irregulares, apesar de estarem perfeitamente bons para consumo. Optar por esses produtos ajuda a reduzir o desperdício alimentar global e, muitas vezes, resulta em poupança na compra.

9. Tenha Atenção às Datas de Validade e ao Prazo de Consumo Preferencial

Nem todos os produtos precisam de ser descartados após a data indicada. Há uma diferença entre “consumir até” e “consumir de preferência antes de”:

  • “Consumir até” indica que o produto não deve ser consumido após essa data por razões de segurança alimentar.
  • “Consumir de preferência antes de” significa que o produto pode perder alguma qualidade (sabor ou textura), mas ainda pode ser consumido sem riscos para a saúde.

10. Crie um Compostor Doméstico

Mesmo com todas as estratégias para evitar o desperdício, inevitavelmente haverá restos de alimentos. Criar um compostor doméstico permite reaproveitar restos de frutas, legumes e cascas, transformando-os em adubo natural para plantas e hortas.

11. Sensibilize a Família para a Redução do Desperdício

Envolver todos os membros da família na missão de reduzir o desperdício alimentar é essencial para criar hábitos sustentáveis. Algumas formas de incentivo incluem:

  • Explicar a importância da redução do desperdício para o meio ambiente e a economia familiar.
  • Criar desafios, como tentar cozinhar uma semana inteira sem desperdiçar nada.
  • Incentivar as crianças a participarem no aproveitamento de sobras e na compostagem.

12. Dê Destino aos Alimentos Não Utilizados

Se tem alimentos que não irá consumir antes do vencimento, considere doá-los a instituições de solidariedade ou bancos alimentares. Muitas organizações aceitam doações de produtos não perecíveis e frescos que ainda estão em boas condições.

Conclusão

Reduzir o desperdício alimentar em casa exige apenas algumas mudanças de hábitos que, quando aplicadas de forma consistente, podem fazer uma grande diferença. Planeando melhor as compras, armazenando os alimentos corretamente, reaproveitando sobras e sensibilizando a família, é possível poupar dinheiro e contribuir para um planeta mais sustentável.

A adoção dessas práticas não só beneficia o meio ambiente, como também ajuda a melhorar a consciência alimentar e a valorizar os recursos que temos à disposição. Pequenas ações individuais podem gerar um grande impacto coletivo. Comece hoje mesmo a reduzir o desperdício alimentar na sua casa!

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