As emoções são muito difíceis de controlar as características humanas. Psicólogos e terapeutas instruem os pacientes na arte do gerenciamento do pensamento. Segundo o especialista em programação neurolinguística, André Almeida, uma técnica para superar um momento de impacto depressivo é praticar o sorriso, mesmo que seja forçado.
“Quando uma pessoa sorri, mesmo que forçada, o cérebro recebe uma comunicação de que está tudo bem. Isso ajuda a gerar substâncias no corpo que nos fazem sentir calmos ”, explica Almeida.
“Sorrir, sem superestimar um fato, fazer alguns movimentos do corpo, como braços, tomar um banho quente, são opções que podem funcionar para acalmar uma crise emocional. O sorriso, por exemplo, deve ter um significado, ser sincero”, alerta o neuropsicólogo João Nascimento.
“De qualquer forma, todos os gestos ajudam, seja um sorriso, um bom tratamento, olhar para uma pessoa, evitar ficar com raiva ou gritar etc.”, acrescenta o especialista. Exercitar a mente, ensaiar essas ações, ajuda a controlar uma depressão ou uma birra.
Em primeiro lugar, a crise emocional ocorre quando a pessoa não processa os sentimentos ou pensamentos devidos a estímulos externos e transbordantes: um grande susto ou uma notícia que leva ao desequilíbrio. Segundo, ocorre como resultado de estar sob um alto nível de stress por dias ou meses.
A atividade física, como dançar ou correr, permite que o corpo liberte neurotransmissores como serotonina, dopamina e endorfinas, que fazem a pessoa reagir à dor intensa. Com o passar do tempo, é preciso aprender a controlar essas substâncias, o que só é possível controlar o comportamento.
Cada pessoa age antes de uma crise emocional de acordo com as características da sua personalidade, temperamento e forma de reação. Por exemplo, alguns fracassam e outros agem como se nada acontecesse, mesmo quando experimentavam tensão. Para dar um diagnóstico clínico ou medicar problemas de depressão, os médicos levam em consideração muitas variáveis e é importante que a pessoa considere o seu apoio em casos extremos.