Na passada quarta-feira, dia 26 de agosto, Tânia Laranjo entrou em direto na CMTV com algumas expressões diferentes do habitual, o que levantou comentários de telespectadores de que a jornalista estaria sob o efeito de álcool.
Na passada segunda-feira, dia 31, José Carlos Malato recorreu às redes sociais para defender a colega de profissão. Num post no Instagram, o apresentador da RTP1 escreveu:
“Acho inacreditável o que fizeram à jornalista Tânia Laranjo! Pulhas os que divulgaram as imagens ainda em off e pulhas os que a deixaram ir para o ar naquelas condições. Não se faz a ninguém. Que falta de empatia. De camaradagem. Uma vergonha e um nojo. Tenho dito.”
Várias outras personalidades públicas corroboraram as palavras de Malato, como a apresentadora da estação pública Vanessa Oliveira e a ex-Chiquititas Marta Fernandes, que escreveu:
“É muito triste. Antes de falar em profissionalismo, temos que nos encher de humanismo. Falta-nos ainda um longo percurso. Resta-nos apelar à empatia de todos porque somos todos responsáveis. Temos todos que assumir a responsabilidade. Uns porque provocaram, outros porque assistiram, outros porque julgaram e outros porque divulgaram e partilharam. Sejamos amáveis.”
Recorde-se que, em janeiro deste ano, Tânia Laranjo foi detida na Avenida Marginal por estado de embriaguez no momento em que conduzia.
A jornalista da CMTV e do Correio da Manhã tem quase trinta anos de carreira em televisão e também já atuou na redação do Jornal de Notícias e do jornal Público. Como jornalista, dedica-se a trabalhar na área da Justiça e já acompanhou vários casos bastante mediáticos.
Entre eles, é possível citar a morte de Joana no Algarve, o caso Maddie e grandes processos de criminalidade económica como o Furação, o Monte Branco e o caso Marquês.