Após estarem há doze meses consecutivos a perderem nas audiências para a SIC, os diretores da TVI decidiram levantar uma bandeira de paz em meio à guerra de audiências que se instaurou desde que o quarto canal começou a perder telespectadores para a emissora rival.
No dia 6 de outubro, data em que a SIC comemorou 28 anos de existência, tanto Cristina Ferreira como Nuno Santos foram às redes sociais desejar os parabéns à estação de Paço d’Arcos por este dia festivo, e aproveitaram também para recordar a época em que atuaram no canal.
De janeiro de 2019 a julho de 2020, a mais nova acionista da Media Capital e diretora de entretenimento e ficção da TVI apresentou O Programa da Cristina nas manhãs da SIC. Em 2019, apresentou também Prémio de Sonho nas tardes do canal.
Também no ano passado a comunicadora foi escolhida pelos diretores da estação de Paço d’Arcos para apresentar a XXIV Gala dos Globos de Ouro. Na sua página oficial no Instagram, a apresentadora escreveu um longo texto a dizer:
“Fazer televisão é das actividades mais nobres que podem existir. Entreter os outros, informá-los, prender a atenção de cada um é entusiasmante e difícil. Costumo dizer que a televisão foi a irmã que não tive, tanta a companhia que me fez. Hoje a @sicoficial faz anos. Durante dois anos foi ali que vivi a paixão do que escolhi para mim. Hoje e sempre vou desejar o melhor. Porque o melhor dos outros será sempre o motor para o melhor de nós. Parabéns a todos. Parabéns à SIC.”
Já o diretor-geral da TVI, Nuno Santos, recordou com uma foto de si a época em que atuou no jornalista da estação anteriormente sediada em Carnaxide, e republicou o mesmo texto que havia escrito quando a SIC completou 25 anos.
“Quando a SIC fez 25 anos escrevi este texto. Algumas pessoas podem pensar que alguma coisa mudou mas, no essencial, tudo é exatamente igual. Parabéns aos meus amigos da SIC. E longa vida!”, disse o diretor da TVI.
No texto republicado por Nuno Santos, o comunicador exalta a história da SIC e o orgulho que ele próprio sente em saber que faz parte desta história, ainda que hoje esteja a atuar como diretor de uma emissora rival.
“Foi um privilégio ter estado lá naquele 6 de Outubro [de 1992]. Parabéns à SIC. Aos que a fizeram e aos que têm a responsabilidade de a fazer”, rematou o jornalista de 55 anos de idade.