Em junho de 2020, Jessica Athayde foi uma das convidadas do programa 5 Para a Meia Noite, na RTP1, e à Filomena Cautela falou sobre a afirmação que havia feito de que comera a própria placenta após o nascimento do filho, Oliver, que completou um ano neste mesmo mês.
“A que é que sabe a placenta?”, questionou a apresentadora do talk show, ao que Jessica respondeu: “a nada. Misturado com framboesa e morangos… [não sabe a nada]. Não comi, não fiz um bitoque. Não pus numa panela e não cortei para comer”.
“Meti um bocadinho no batido e também fizeram cápsulas. Desidratam a placenta e experimentei. Depois também parei”, disse ainda a atriz de 34 anos de idade. Nelson Évora, que também foi convidado do mesmo programa, chegou a ficar enjoado com a declaração.
“A placenta é espetacular”, frisou ainda a jurada do Dança Com as Estrelas, trazendo à tona um tema ainda pouco aprofundado na sociedade atual. E, afinal de contas, comer placenta é bom?
Também chamado de Placentofagia, o hábito de comer a placenta após o nascimento é comum entre animais mamíferos, como as cabras, os camelos e os macacos.
Descobertas recentes revelam que a placenta contém uma substância que produz uma considerável redução da dor natural que ocorre pouco antes e durante o parto e melhora a produção de leite. Em humanos, diz-se que ajuda a prevenir a depressão pós-parto e outras complicações.
Pesquisas revelam também que a placenta apresenta uma boa quantidade de ferro. No entanto, é preciso de ter cuidado com o armazenamento. A recomendação é que o órgão formado durante a gestação seja mantido congelado e num recipiente limpo e livre de substâncias prejudiciais à saúde.