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A obra ‘Hoje é o dia certo para Nascer’, foi lançada na Feira do Livro de Lisboa

Durante 18 dias, os livros voltaram a encher o Parque Eduardo VII, através de centenas de marcas editoriais com uma intensa programação para toda a família;


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No passado domingo (13) deu-se por terminado a 90ª edição da Feira do Livro de Lisboa, este ano decorrida em datas diferentes e com responsabilidade acrescida devido à pandemia vivida no mundo inteiro.

O evento teve como objetivo promover o livro e os hábitos de leitura, a feira atraiu visitantes de todo o país, com entrada gratuita, apresentou uma intensa programação para toda a família.

Com mais de 90 expositores o evento decorreu desde o dia 27 de Agosto até ao dia 13 de Setembro, com muitas atividades para quem a visitasse. Entre lançamentos, apresentações e leituras de livros, existiram também as famosas sessões de autógrafos por parte de muitos e variados autores de todas as editoras que assim o pretenderam realizar.

A feira decorreu com a normalidade possível, tendo em conta as restrições e condicionalismos que a situação provocada pela pandemia exige. Sempre com as devidas precauções e por diversas vezes foi necessário aguardar para entrar no recinto pois a limitação de 3500 visitantes tinha sido atingida.

A obra – ‘Hoje é o dia certo para Nascer’

No dia 12 de setembro esteve presente pelas 17h no stand da sua editora para autografar os livros (apenas adquiridos no recinto da feira, que estavam devidamente desinfectados) dos seus amigos, família e seguidores, que fizeram questão de estar presentes.

Entre os autores presentes esteve Carla Sofia Santos, médica dentista que se estreou com a obra “Hoje é o dia certo para Nascer” fazendo assim o lançamento oficial no formato e-book e impresso.

A autora estava emocionada com a sua estreia e decidimos questionar o que a levou a escrever sobre um assunto tão delicado como a perda de um filho numa fase avançada da gestação, ao que ela respondeu com um “simples” «se assim não o fizesse, de nada serviria ter passado por tamanho sofrimento».

Com a promessa de ser “um relato alucinante, desde a criação de um sonho ao seu descalabro, onde abundam a fé e a esperança em Deus para transpor obstáculos” o livro tem como objetivo ajudar os que também já passaram por algo idêntico ou uma qualquer tipo de perda, aos que estão do lado dos que perderam e ainda aos que “esperam que apenas aconteça aos outros”.

No livro poderá encontrar também o relato de outros membros da família e dicas de como você também poderá sair do seu deserto da perda.

Discurso presidencial

Recorde-se que o Presidente Marcelo Rebelo de Sousa inaugurou oficialmente o evento e fez um discurso emocional, a louvar a realização de mais uma Feira do Livro em tempos perigosos. Para o Presidente, a “cultura ficou numa situação pior que o turismo ou a comunicação social”, mas “não haver Feira do Livro era inaceitável”. Acrescentou: “Não há economia que vingue sem cultura. Não aceitamos a morte do livro”.

Confira a nossa galeria.

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